O bom e velho capitalismo é mesmo fantástico! Vez por outra toma de assalto as pessoas com alguma novidade e deixa o planeta inteiro de cabelo em pé! Foi assim com a máquina a vapor (criada em 1834), com a linha de produção fordista (início do século XX) e, agora, com a Internet. Pânico, correria, pandemônio. Mas calma lá! Como reza o bom senso, e em economia bom senso é 90% da solução: problemas novos, soluções antigas.
Houve um período onde enfrentávamos um problema análogo com o que vivem hoje os web designers e webmasters, numa época onde as cidades e um novo modo de vida estavam nascendo: o final do feudalismo, início do capitalismo (século XV). Neste período as cidades estavam crescendo vigorosamente e a manufatura estabelecia-se como principal atividade econômica. A manufatura não era muito sofisticada; era na verdade muito simples. As atividades requeriam pouca técnica e tecnologia; conhecimento era praticamente todo capital necessário.
Porém não era de interesse dos artesãos que todos conhecessem seus segredos. Eles sabiam que conhecimento era um bem que deveria ser protegido. Foram então criadas corporações de ofícios. Haviam os especialistas em sapato, em chapéu, em alfinetes; enfim, havia especialistas para tudo. É desta época que surgem os nomes-profissão tipo Schumacher (sapateiro). As corporações de ofícios tinham objetivos claros. Visavam, fundamentalmente, defender os direitos do associados perante a sociedade e regulamentar a atividade.
Uma associação forte é peça fundamental para o bom andamento da nossa atividade, caso contrário estamos condenados aos caprichos do mercado e veremos o preço do nosso trabalho despencar! Não podemos exercer as mesmas práticas das corporações de ofícios medievais, mas podemos tirar boas lições: 1-) a união realmente tem força e 2-) quando o conhecimento é o principal ativo regulamentação é fundamental.
Existem inúmeras lições que podemos tirar deste período. Pretendo nas próximas colunas desenvolver o assunto; principalmente no tocante ao desenvolvimento deste espaço novo á época (as cidades) e a criação deste novo espaço (o cyber-espaço). Não há dúvidas que estamos fechando um ciclo de expansão capitalista e os desafios de hoje podem criar inúmeras oportunidades.
O website possui mais de 500 milhões de usuários ativos. A posição do Facebook no ranking de tráfego de visitantes do Alexa, subiu do 60º lugar para 7º lugar. É ainda o maior site de fotografias dos Estados Unidos, com mais de 60 milhões de novas fotos publicadas por semana, ultrapassando inclusive sites voltados à fotografia, como o Flickr.
No “Ad Planner Top 1000 Sites”, que registra os sites mais acessados do mundo através do mecanismo de busca do Google divulgado em junho de 2010, o Facebook aparece como 1º colocado, com 540 milhões de visitas e um alcance global de 35% registrados no mês de abril.
Não é possível ignorar o Facebook, mesmo porque, ele está aí presente e com uma força bem maior do que o Google, mas não podemos confundir o Google com o Facebook, porque um é totalmente diferente do outro. O Facebook é uma rede social, podemos entendê-lo também como um sistema que integra pessoas de todo o mundo não importando raça, credo ou religião. Vamos tentar enxergar o Facebook como um negócio. A base de qualquer negócio é publicidade, porém, essa publicidade do Facebook pode ser vista como pessoal ou profissional, há um sistema dentro do rede que cria páginas.
A criação de páginas serve para divulgação de uma empresa, ou informações pessoais de alguma pessoa ou celebridade. Quando criamos uma página lá, a mesma pode se restringir a apenas seus amigos, ou pode ter um alcance global, porém, para isso o serviço não é gratuito. Em compensação sua página é mostrada a um alcance de 20 milhões de pessoas em todo o planeta. E é com esse serviço do Facebook que a receita de seu dono Mark Zuckerberg é acrescida.
Entendendo o Google como um negócio
Em 4 de setembro de 1998 dois jovens estudantes da universidade de Stanford nos estados unidos, fundaram uma empresa chamada Google Inc. Inicialmente o Google começou a ser visto pela maioria dos usuários da internet como um serviço de busca, e após alguns anos outros horizontes são vislumbrados pelos usuários. Em 2002 o Google lançou o serviço Adwords, que nada mais é que um mecanismo de publicidade on-line.
Juntamente com o Adwords foi lançado o Adsense que é um indexador e um avaliador de campanhas criadas no Adword. O Google não é só mais um site de buscas e sim, um facilitador de oportunidades de negócios e serviços.
A maioria das pessoas vê o Google como um site de pesquisas e muitas delas não sabem que existe uma gama de serviços oferecidos pela empresa, são eles:
– Gmail: Serviço de E-mail gratuito do Google. – Google Docs: permite que se criem documentos totalmente on-line, textos, desenhos, planilhas eletrônicas e apresentações. (compatível com pacote Microsoft Office). – Google Acadêmico: permite a busca de trabalhos desenvolvidos de mestrado e doutorado. – Google Books: busca de livros. – Google News: canal de notícias atualizado a cada 30 minutos. – Google Groups: Grupo de e-mail usado por estudantes e professores para a distribuição de e-mail´s, bem como, matérias enviadas pelos professores e troca de informações entre os próprios alunos. – Google Chrome: Programa usado para navegar na internet, indubitavelmente o mais veloz do mercado. – Google Earth: Programa de localização geofísica de um endereço em qualquer lugar do Planeta. Pode também ser usado com coordenadas geográficas de latitude e longitude. – Google Sketchup: Programa de desenhos do tipo CAD para construção de réplicas de monumentos e prédios famosos ao redor do mundo. – Youtube: Site de compartilhamento de vídeos, entre pessoas ou entre empresas para divulgação dos seus serviços.
Entendendo a Microsoft como negócio
Diferentemente do Google, a Microsoft vende programas prontos gravados em DVD para que usuários instalem em suas máquinas. Entrou no mundo competitivo da internet recentemente com seu motor de busca Bing .
Há muito que melhorar nesse motor, pois sua base de dados de pesquisa não é bem estruturada e consistente, e qualquer busca que se faça com o motor na segunda página a pesquisa já perde seu foco principal.
Igual ao Google, a Microsoft lançou a versão on-line de sua suíte Microsoft Office 2010. Em comparação ao Google DOCS, a versão on-line do Microsoft Office 2010 é muito mais poderosa do que o simples WRITER do Google DOCS.
Outro ponto forte da Microsoft é a venda de hardware, ou seja, equipamentos físicos para computadores como webcams, teclados e mouses. Indubitavelmente a Microsoft em matéria de software e hardware tem seus méritos, e é inegável que possamos ver ou “botar” defeitos. É impreterível dizer também algo sobre o console de jogos que foi lançado em 2006 o XBOX 360 que compete diretamente com o PLAYSTATION 3 da SONY e o WII da NINTENDO.
Promessas de Ano Novo – Todo começo de ano é tempo para repensar em tudo o que aconteceu durante o ano que passou: erros cometidos, lições aprendidas e metas conquistadas. É uma grande oportunidade para olhar para frente e ao ver o Sol nascer, prometer para si mesmo, ou para quem quer que seja: este ano aquele meu projeto de empresa se tornará realidade.
Mas quais os primeiros passos que o empreendedor precisa dar para atingir esse objetivo?
Essencialmente são necessárias 3 coisas:
1 – Uma boa idéia, bem expressada num plano de negócio, detalhado e realista; 2 – Recursos financeiros (próprios ou de terceiros) para transformar aquele calhamaço de papel numa empresa de verdade; 3 – Que o empreendedor por trás do projeto tenha capacidade de implementação.
O item 3 depende inteiramente de você, candidato a empreendedor. Entretanto, existem dicas e informações que podem ajudar nos dois primeiros.
Vejamos:
O Brasil é um país ainda repleto de oportunidades para se montar um negócio a partir de uma boa idéia, profissão ou nicho de mercado. São necessários 10% de inspiração e 90% de transpiração – por isso a fase de planejamento é muito importante – para evitar fazer parte do vergonhoso percentual de 95% de taxas de mortalidade de empresas no país nos primeiros 5 anos de vida.
1. A primeira etapa: fase da informação. Embora qualquer negócio ofereça riscos, é possível prevenir-se contra eles. Informe-se sobre as variáveis do produto, fornecedores, capital necessário, tecnologia aplicável, pessoas com as quais irá se trabalhar, custos x preço de venda, rentabilidade, perspectivas de crescimento, tamanho do mercado, impostos incidentes, atuação da concorrência e estabeleça os objetivos que pretende atingir e quando.
Conheça muito bem o ramo de atividade onde pretender atuar, as dinâmicas desse mercado, e tenha amplo conhecimento sobre o produto com que vai lidar.
Em suma, o plano de negócio é um retrato detalhado do negócio, e um grande amigo para ajudar a enfrentar e organizar a enorme quantidade de informações.
O plano de negócio bem feito também é uma excelente ferramenta para avaliar a evolução do empreendimento ao longo de sua implantação: para cada um dos aspectos definidos no plano de negócio, o empreendedor poderá comparar o previsto com o realizado, registrando e aprendendo assim valiosas lições sobre o negócio.Além disso, é peça fundamental também para a captação de recursos financeiros de terceiros.
Acompanhe as próximas colunas sobre a fase de implementação e de crescimento de sua empresa.
Como trilhar seu caminho para novos negócios, ter mais sucesso na carreira ou formar uma. A partir de agora, você vai ter uma série de textos que trazem informações e dicas simples para um novo começo.
“Preguicite”
Nos tempos de hoje, com a Internet, tecnologias avançadas e vasto conhecimento científico, existe uma doença ainda não catalogada pelos cientistas nem comprovada pelos médicos. Trata-se de uma enfermidade que ataca 95% da população mundial: “Preguicite”. A explicação mais simples sobre a doença é a falta de vontade de realizar; ausência de ânimo para fazer algo acontecer; a acomodação; o pecado capital mais conhecido: a preguiça. Faça um exercício mental e identifique pessoas próximas de sua realidade e parecidas com você, que por “alguma razão” que até hoje você desconhecia, parecem ter mais sucesso profissional – identifique as situações nas quais o indivíduo mostrou-se livre da doença em questão, envolvendo-se em momentos de grande realização através do esforço, insistência, estudo, leituras, determinação, vontade de vencer, e finalmente: triunfo. Será que a “alguma razão” não será a terrível verdade, de que você faz parte dos 95% que inconscientemente sofrem de “preguicite”? A maioria das pessoas desconhece possuir a patologia, que acomete à jovens e velhos, homens e mulheres, ricos e pobres; não distingue classe social, raça, religião, nacionalidade ou profissão – é sem dúvida um grande mal que impede muitos profissionais de progredir. Analise os 5% restantes da população, aquelas pessoas que em algum momento da história da humanidade fizeram uma diferença: o que teria acontecido com o mundo da tecnologia da informação se Bill Gates sentisse preguiça toda vez que se sentasse diante do computador para desenvolver suas idéias? O leitor sabe a resposta – nada. Pois é o mesmo que teria acontecido se Steve Jobs, Michael Dell ou tantos outros empreendedores de visão não tivessem agido de acordo com seus instintos. Certamente o mundo não teria evoluído da maneira que evoluiu e provavelmente você não estaria diante de um monitor, com um mouse embaixo dos dedos, percorrendo as letras deste texto digital com música em MP3 tocando no fone de ouvido. Os grandes laboratórios, pesquisadores, médicos; ninguém ainda encontrou um remédio para curar a doença. Má notícia? Sim. Mas não se desespere: a boa notícia é que a cura está dentro de você. Identifique cuidadosamente os momentos desperdiçados no seu cotidiano, o tempo perdido com bobagens, a desorganização da sua rotina, o medo de agir, a falta de ânimo para realizar e vontade de vencer. Pois então, prepare-se. Leia muito, estude muito, faça treinamentos e cursos, observe, converse, discuta, convença, pense, re-pense, mova-se, empreenda. Afinal, como dizem: “A sorte é apenas o encontro entre a oportunidade e o preparo”. Felizmente no Brasil existem muitas formas de se preparar para empreender com solidez, obtendo apoio gerencial e financeiro para iniciar um negócio. Grande parte deste incentivo vem de Instituições de Apoio ao empreendedorismo (informações sobre as mesmas abaixo). Através delas, já é possível obter financiamentos para empresas de inovação tecnológica nos mais diversos estágios de desenvolvimento, inclusive durante o período de pesquisa, desenvolvimento e elaboração de plano de negócios. As instituições também oferecem workshops sobre diversos assuntos ligados ao processo de montar uma empresa (plano de negócios, aspectos legais, gerenciais, financeiros, tecnológicos, econômicos), conferências direcionadas para jovens empresários, consultoria especializada, treinamentos diversos, palestras, acesso à canais de distribuição e rede de contatos, assessoria na elaboração do plano de negócios, eventos educacionais, material educativo através de biblioteca virtual e até guias de consulta elaborados especialmente para jovens empresários (e velhos também). Como se não bastasse, existem também incubadoras, ligadas ou não à Universidades, que oferecem infra-estrutura para que as empresas nascentes operem durante seu estágio inicial, por um custo baixíssimo ou até nulo. Muitos projetos brilhantes deixam de existir pela falta de informação do criador de que existem muitas formas de obter ajuda no estágio inicial do negócio. Tudo depende da qualidade e potencial do projeto apresentado, e da verdadeira vontade do criador em fazê-lo acontecer. Portanto, o que você está esperando para desengavetar aquele projeto miraculoso surgido há tempos? Vença a “preguicite” e mãos-à-obra! Boa sorte.
Mais conhecida como “Window Socket”, a tomada portátil capta energia solar grudada em uma janela. Grande ideia dos criadores/designers Kyuho Song e Boa Oh. O lado que gruda no vidro possui uma ventosa e células fotovoltaicas que recebem toda energia solar, transformando-a em energia elétrica. O outro lado é uma tomada comum utilizada no dia dia.
A tomada é multifuncional pois funciona enquanto está sendo carregada na janela. É possível deixá-la carregando enquanto não estiver em uso,graças a uma pequena bateria interna. Em casos de emergência, por exemplo, a ” Tomada verde ” ,que pode ser transportada em bolsas, poderá ser muito útil ao fornecer energia para aparelhos eletrônicos.
Segundo os os criadores, a tomada leva de 5 a 8 horas para ser carregada completamente com carga/energia para aproximadamente 10 horas sem interrupções.
Elisabeth Bighetti, assessora educacional no CEINTER – Centro de Educação Tecnológica Interamericano , pesquisou e cedeu aos associados ABRAWEB informações importantes sobre como escolher o melhor curso para sua formação profissional.
Para melhor escolher, conheça as principais diferenças entre CURSO SUPERIOR TECNOLÓGICO e CURSO SEQÜENCIAL.
CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA
Graduação: Trate-se de curso de graduação de curta duração, aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e é estruturado para atender aos diversos setores da economia, abrangendo áreas especializadas.
Diploma: O formado, recebe diploma de “ Graduação em Curso Superior de Tecnologia”.
Certificados: Os cursos Superiores de Tecnologia, são divididos em módulos. As competências desenvolvidas em cada módulo ou conjunto de módulos de um mesmo curso credenciam o aluno a receber Certificados de Qualificação Profissional de Nível Tecnológico na área profissional específica do curso, possibilitando sua inserção mais rápida no mercado de trabalho.
Duração: carga horária mínima estipulada pelo MEC, conforme a área de atuação profissional. Duram em média 2 anos.
Formação : Os graduados em cursos de tecnologia denominam-se “tecnólogos” e são profissionais de nível superior aptos a desenvolver atividades em uma determinada área de saber profissional. Possuindo formação direcionada para aplicação, difusão de tecnologias, com formação em gestão de processos de produção de bens e serviços e capacidade empreendedora, sintonia com o mercado.
Continuidade de Estudos O diplomado podem dar prosseguimento a seus estudos em outros cursos e programas da educação superior, tais como: Bacharelado, de Especialização (lato sensu) e Programas de Mestrado e Doutorado (stricto sensu).
Para informações junto ao Ministério da Educação sobre as instituições reconhecidas procure no MEC/SEMTEC – Secretaria da Educação Média e Tecnológica
CURSOS SEQÜENCIAIS
Constituem uma modalidade de ensino superior, na qual o aluno, após ter concluído o ensino médio, pode ampliar seus conhecimentos ou sua qualificação profissional. Este não é uma graduação.
Definidos por “campo de saber” devem ser entendidos com uma alternativa de formação superior, destinada a quem não deseja ou não precisa fazer e um curso de graduação.
Existem dois tipos de cursos seqüenciais: Os de Complementação dos Estudos e dos de Formação Específica.
1.De Complementação de Estudos – Com destinação individual (rol de disciplinas opcionais onde existam vagas. Na maioria das vezes, o aluno escolhe as matérias) – Com destinação coletiva ( disciplinas afins vinculadas a um ou mais cursos. A Instituição planeja o rol de disciplinas)
A carga horária é estabelecida pela Instituição de Ensino Superior -Certificado: não conduzem a diploma, mas sim a certificado atestando que o aluno adquiriu conhecimentos em um determinado campo de saber.
2.De Formação Específica -curso em campo de saber que a Instituição de Ensino Superior (IES) possua graduação reconhecida -carga horária mínima de 1.600 horas em, no mínimo, dois anos letivos -conduz a diploma de curso superior
Diploma: Curso Superior de Formação Específica.
Continuidade de Estudos A critério da IES as disciplinas dos cursos seqüenciais podem ser aproveitadas para ingressar em curso de graduação, sendo necessário, porém passar por processo seletivo.
Os diplomados nos seqüenciais não terão acesso aos programas de pós-graduação stricto sensu-mestrados e doutorados. Mas, podem ter acesso aos cursos de pós-graduação lato sensu (Especialização)
Para informações junto ao Ministério da Educação sobre as instituições reconhecidas para Seqüenciais, procure: MEC/SESU – Secretaria da Educação Superior.
Uma das grandes duvidas na vida de uma freelance é “Como cobrar um site?”. Muitos cobram por base de preço de outros usuários ou pelo tamanho da empresa que vai trabalhar, eu criei um sistema de calculo bem simples mas, que na minha opinião, é a mais coerente.
Bem vamos ao assunto, quanto você acha que deveria ser o salário de um webdesigner por mês? Na minha concepção pensei em R$ 4.000,00. Sendo assim, uma hora de trabalho de um webdesigner seria de aproximadamente R$ 23,00 (4000/22/8), porém em uma agência temos um especialista em Front-End, um em Back-End, um em Programação e assim por diante, dependendo do tamanho da agência. No caso do freelance, ele faz tudo isso sozinho então acho que todos concordamos que ele deve ganhar um pouco mais de acordo com a dificuldade de cada serviço não acham? Então estipulei minha hora técnica em R$ 55,00.
“Vamos considerar ainda que um cliente não pode pedir um site de pagina única toda de texto que gastamos uma hora pra fazer e por isso cobraríamos R$ 23,00 assim quem vai pagar minha internet, rs.”
Por exemplo: um site com 04 paginas estáticas + 01 pagina com alguma animação em flash, um formulário de contato sairia por aproximadamente: R$ 770,00. Isso sem considerar criação de logomarca, etc… O cliente deve entregar de preferencia o seu MIV, caso contrário, entraríamos no mérito do Design Gráfico, o qual já tem outros custos que poderemos tratar em outro artigo.
A Quantidade mínima de horas trabalhadas não quer dizer que você vai ter que levar 2h para escrever uma pagina simples, e sim que você pode chegar a levar esse tempo então pra não ficar calculando frações de horário coloquei uma média.
Com o avanço da tecnologia a maior parte das empresas além da Internet tem acesso também a Intranet que nada mais é do que uma rede de comunicação privada.
Porém uma grande parte destas empresas não se utilizam plenamente das possibilidades das intranets como ferramenta de desenvolvimento da gestão do conhecimento corporativo.
Uma das grandes vantagens das intranets é a possibilidade de se compartilhar informações em tempo real por diversas unidades de negócios e também entre a empresa e os clientes/fornecedores.
Devido aos crescentes problemas de segurança (vírus, Hackers, crackers. . .) as intranets também se desenvolveram até um novo patamar designado VPN (Virtual Private Network – Redes privadas) aonde há uma série de medidas de segurança e criptografia da informação.
Portanto mais do que ter uma intranet devemos é pensar nas amplas possibilidades que as mesmas nos oferecem tais como:
– Padronização de processos internos: com a disponibilização dos procedimentos internos na intranet possibilitando que todos tenham acesso possam se atualizar sobre os mesmos,
– Comunicação corporativa: através de newsletters e clippings sobre a empresa e os diversos departamentos da mesma, o segmento e os produtos (reduzindo o acesso dos colaboradores à Internet e possibilitando que todos tenham um melhor conhecimento sobre a empresa e o ambiente que a cerca,
– Compartilhamento de informações e arquivos: disponibilizando pastas de intranet aonde planilhas e arquivos podem ser arquivados e acessados por diversos departamentos (reduzindo-se o número de e-mails e possibilitando acesso on line para as informações),
– Portais corporativos de colaboração entre fornecedores / clientes e a empresa: utilizando-se ferramentas de EDI (Eletronic Data Interchange – troca eletrônica de informações) podem ser efetuados: o monitoramento de pedidos de vendas, gestão de pedidos, gestão de estoque no cliente , melhoria de processos logísticos…
– Treinamentos on-line (E-learning) : através da disponibilização de ferramentas de e-learning na intranet a empresa pode otimizar atividades como integração de funcionários, treinamento de funcionários em novas atividades, treinamentos sobre novos produtos e processo, atualização sobre legislações pertinentes para as atividades empresariais,
Portanto o desafio efetivo é otimizar o uso das tecnologias de rede propiciando maiores ganhos nas atividades corporativas e um melhoria do ROI ( Return over investiment ) de IT da empresa.
Espero que estes poucas sugestões possam ser úteis para uma melhor gestão do conhecimento. Boa Sorte e Sucesso !
Olá, vamos falar um pouco sobre a distância que se observa muitas vezes entre a criação final do website e a vontade real do cliente.
O assunto é delicado, pois passa pela dificuldade humana em expressar de maneira objetiva uma idéia subjetiva, afinal, se trata de criação intelectual e portanto pessoal.
Contudo, não podemos perder de vista que o contratante da criação do website também tem uma idéia subjetiva do que gostaria que fosse a criação final e que essa criação tem que se aproximar ao máximo dessa idéia do cliente, posto que é a ele que queremos agradar quando nos propomos a expressá-lo na Internet.
Complicado não? Captar o desejo do outro e ainda expressar o que se tem em mente…
O tema mostra-se importante na medida em que a questão relativa à vontade das partes numa contratação é da máxima importância já que se trata de elemento essencial do contrato.
Em definição simplista, o contrato é o acordo de vontades tendente a realização de um negócio jurídico. Assim, esse acordo de vontades deve ser bem puntuado e delimitado na redação do contrato.
Mesmo assim, não basta tentar expressar e objetivar essas idéias subjetivas na redação do contrato.
É claro que ele será um instrumento importante, mas deve prever as formas de comunicação e de aprovação dessas idéias, visto que dispõe o Código Civil em seu art.112 que “nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.”
Às vezes, a parte contratada cria algo que não atende às expectativas da parte contratante, senão em termos de funcionalidade, em termos de visualização final do trabalho.
E isso torna a relação problemática, senão por uma possível quebra contratual, pela deterioração da imagem de quem realizou a criação. E esse, não é o objetivo de nenhuma das partes na contratação, não é mesmo?
Isso sem contar se outro conflito não tiver que ser administrado, o da “síndrome da criação”, em que o profissional se apega a sua criação e não aceita sugestão de modificação em seu trabalho, o que não pode ocorrer em hipótese alguma, visto que se trata da execução da imagem do cliente na web e não apenas de uma “obra de arte”, embora a lei enquadre a criação de website como criação intelectual.
Apenas exemplificando, vamos imaginar a Camisaria Mister Rich (nome fictício), essa empresa fabrica camisas sob medida, e sua produção se dá nos moldes de antigas alfaiatarias, cujo preço por tal exclusividade acompanha a riqueza na confecção, ou seja, as camisas são cortadas e costuradas segundo as medidas de cada cliente. Com esse perfil de negócio, tal empresa deseja sua inserção na web buscando mais uma maneira de se relacionar com seus clientes e ampliar a visualização de seus serviços, pretendendo cativar um novo alvo de consumidores mais jovens, com alto poder aquisitivo e acostumados à compra de roupas prontas, mas que buscam algo exclusivo que os destaque.
Ocorre que a agência e/ou profissional contratado para a criação deste website cria algo em tom sóbrio, usando fonte rebuscada e sem uma área de relacionamento com cliente, quando na verdade o cliente desejava fugir completamente da idéia de conservadorismo e não queria um website que fosse meramente institucional, mas sim passar a idéia de uma empresa moderna que atende a um público exigente, mas não necessariamente conservador.
Provavelmente este trabalho irá gerar conflito entre as partes, pois o cliente ficará insatisfeito e o trabalho retornará à agência e/ou webdesigner inúmeras vezes, assoberbando-o e onerando a agência contratada, sem contar que poderá gerar uma quebra de contrato, na medida em que o trabalho possuir características diversas daquela pretendida pela parte contratante.
Mas, como evitar esse tipo de conflito e diminuir a distância entre essas idéias subjetivas.
Primeiro, adotando postura transparente com o cliente, na elaboração das propostas comerciais, atendendo ao princípios de probidade e boa-fé contratual insertos no art.423 do Código Civil.
Segundo, explicitando em contrato as etapas da criação, atrelando a consecução dessas etapas à aprovação do cliente ou de seus prepostos.
E terceiro, usando extensivamente as possibilidades tecnológicas de relacionamento com seu cliente (por exemplo, no uso de extranet) para que ele esteja sempre a par da execução dos trabalhos, certificando-se de que seu aval seja dado em todas as etapas conforma acima sugerido.
Certamente, como já ouvi algumas vezes, alguns profissionais dirão: mas eu vou desenvolver primeiro o trabalho, para depois saber se o cliente gostou e somente então contratar??
Pelo contrário, você deve adotar postura transparente desde o início, com contratação inicial por escrito, segundo as regras de direito próprias da relação jurídica, prevendo o acompanhamento dos trabalhos por meio de tecnologia, descrevendo as etapas de evolução desse trabalho, cuja aprovação será dada constantemente pelo cliente.
Tenho certeza de que a imagem da agência e/ou profissional de criação será fortalecida, não havendo desgaste contratual sob alegação de execução em desacordo com o contrato.
Mais uma vez, espero ter ajudado a esclarecer um pouco mais como uma boa contratação pode ajudar na realização de um bom negócio.
Olá, há algum tempo atrás, comentei em um dos artigos publicados acerca do registro de domínio que costuma ser oferecido concomitantemente à criação do website.
Nada impede que se queira oferecer um amplo pacote de serviços, especialmente se isso significa uma maior vinculação do cliente a sua empresa.
Contudo, não pode passar desapercebido, que são atividades distintas que implicam em responsabilidades próprias que não se confundem.
A aquisição de um domínio não está vinculada à criação de website, exceto pela função social que deve exercer o domínio, posto que não se presta exclusivamente à especulação, antes deve ter utilidade àquele que o requer.
A lei, no que diz respeito à inserção na web, ao contrário de alguns tipos de negócios jurídicos não exige o cumprimento de nenhuma formalidade – como na aquisição de um imóvel em que se deve proceder ao registro no cartório imobiliário competente, ou na constituição de empresa em que se requer o arquivamento de seus atos constitutivos na Junta Comercial do Estado.
Se o endereço na web não está vinculado a nenhum subdomínio – como por exemplo www.wrodrigues.adv.br/subdomínio – a única formalidade a ser cumprida diz respeito ao registro de domínio, afinal não digitamos uma seqüência numérica (IP) em busca de um endereço na web, mas sim buscamos textualmente por aquilo que procuramos.
E é exatamente porque procuramos textualmente por aquilo que nos interessa que o registro de domínio requer alguma atenção.
Vejamos; por se tratar de palavra ou texto é certo que não deve ser confundido com nenhum nome comercial ou o que é pior com marca registrada no INPI.
Por isso mesmo, já deu pra perceber que se você proceder ao registro de um domínio para seu cliente deve assegurar-se de não colocá-lo em situação que o comprometa legalmente em relação ao mercado, causando confusão entre marcas ou nomes comerciais de outras empresas ou organizações.
Apenas a título de exemplo, sempre lembro de um caso em que dois sócios de duas empresas diferentes passaram meses trocando farpas por e-mail quando descobriram que possuíam registros de domínios muito parecidos, apenas com uma sílaba de diferença e que disputavam, por uma questão de fluxo na Internet, um terceiro domínio que estava disponível, também muito parecido com seus domínios originais.
A princípio, ambos pensaram se tratar de má-fé, e de que a outra empresa havia adquirido o registro de domínio para cedê-lo por preço abusivo posteriormente.
Com o tempo, foram percebendo que estavam a debater-se por um erro que nunca seria sanado fora do Judiciário, e o que é pior, não sem mover ação contra o INPI, já que ambas as empresas haviam feito corretamente pedido de registro para a mesma marca junto ao órgão, que publicou um dos pedidos de marca com incorreção, gerando a confusão, já que a empresa que fez o requerimento por último não tinha em nenhuma de suas buscas qualquer resultado que a impedisse de obter tal marca.
O detalhe, as duas empresas teriam que demandar suas perdas no Rio de Janeiro que é sede do INPI, sendo que suas sedes ficavam em outro estado.
Dentro das regras do bom senso, entenderam ambos os sócios que melhor seria encontrar um meio termo. Assim, a empresa mais nova no mercado e que por último requereu o registro de marca ganhou um ano e meio de prazo para adequar-se a um novo nome comercial, marca e domínio, sem sofrer nenhum tipo de constrangimento por parte da outra empresa, inclusive com direcionamento do fluxo de seus clientes na Internet durante esse período.
Aí eu pergunto: se seu cliente tivesse perdido judicialmente tal domínio e marca, contra quem ele iria demandar, contra o INPI ou contra você?
Diante disso, certamente fica a pergunta: como proceder a esse registro com segurança?
Bem, aí vão algumas dicas:
Primeiro, procure fazer uma busca prévia dos demais domínios já registrados para o mesmo texto que seu cliente pretende, mesmo em outros níveis de domínios (.adv, .pro, .org, etc) no Brasil e no exterior (.com ou .net). Afinal, seu cliente tem o direito de saber com quem eventualmente dividirá o fluxo de usuários quando ocorrerem erros de digitação dos internautas.
Segundo, faça uma busca prévia de nomes comerciais na Junta Comercial do Estado e no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas, para saber se trata-se de algum nome comercial já existente no mercado.
Terceiro, proceda à busca junto ao INPI para saber se o texto ou palavra pretendida não se trata de nenhuma marca já registrada, visto que dispõe o § 1º do art.º 1º da Resolução nº.: 02/2005 do Comitê Gestor Internet que “constitui-se em obrigação e responsabilidade exclusivas do requerente a escolha adequada do nome do domínio a que ele se candidata. O requerente declarar-se-á ciente de que não poderá ser escolhido nome que desrespeite a legislação em vigor, que induza terceiros a erro, que viole direitos de terceiros, que represente conceitos predefinidos na rede Internet, que represente palavras de baixo calão ou abusivas, que simbolize siglas de Estados, Ministérios, dentre outras vedações”.
Assim, entende-se por desrespeito à legislação em vigor, dentre outras práticas, a violação à marca de terceiro, nos termos dos incisos IV e V do art.195 da Lei de Propriedade Industrial, o qual dispõe:
Art.195 – “Comete crime de concorrência desleal quem: (…) IV – usa expressão ou sinal de propaganda alheios, ou os imita, de modo a criar confusão entre os produtos ou estabelecimentos; V – usa, indevidamente, nome comercial, título de estabelecimento ou insígnia alheios (…)”
Ou seja, sendo a marca o sinal distintivo usado para distinguir produto ou serviço, o uso indevido de marca registrada constitui crime nos termos do artigo 195 da Lei de Propriedade Industrial, não parecendo razoável que se proceda ao registro desse mesmo nome como sendo de domínio.
Afinal, isso seria colocar seu cliente em situação de desvantagem ao invés de proporcionar a ele uma boa experiência em sua inserção na web.
De qualquer maneira, a questão da escolha e do registro do domínio deve ser amplamente discutida com o cliente visando delimitar e dividir eventuais responsabilidades pelo registro.
Por fim, a última dica é anexar todas as buscas efetuadas ao contrato com o cliente, junto com um termo de ciência quanto às diligências efetuadas. Isso, para salvaguardar sua empresa de desagradáveis surpresas, pois elas podem efetivamente ocorrer.
Fica aí o alerta e algumas dicas. Por isso, quando oferecer um pacotão, incluindo registro e criação, diferencie bem um do outro no contrato, anexe as diligências efetuadas e um termo de ciência de seu cliente. Tenho certeza de que ele se sentirá mais seguro de sua transparência e você também, não é?!