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Desenvolvimento

Seguir ou não os padrões web? Eis a questão!

Hoje pela manhã, uma pessoa que me adicionou ao MSN, via site, entrou em contato comigo e começou a me questionar sobre serviços de hospedagem.

Precisei me ausentar um pouco para resolver problemas com dois trabalhos a serem entregues, e depois fui ver o que ele havia deixado em tela, já que havia dito que queria me perguntar sobre um assunto.

E o que ele me perguntou, ou disse, foi mais ou menos isso:
“André, hoje em dia não existem muitos DESENVOLVEDORES WEB, por conta dos CMS´s!
Creio eu que as pessoas não gostam de codificar, e já que os CMS´s já vêm prontos para uso, as coisas ficam mais fáceis!
Um dos problemas que vejo hoje em dia, é que quando você coloca o seu CMS para validar o código no modo STRICT, ele não valida! (…)”.

Bom, isso me fez pensar em uma coisa bem sutil, mas da mesma maneira que me fez pensar, gostaria e muito de saber a opinião de vocês: compensa SEGUIR OS PADRÕES WEB?

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Eu particularmente creio que sim!
A partir do momento que existem BOAS PRÁTICAS (que ao meu entender não significam REGRAS!), eu não vejo problemas em segui-las e/ou implementá-las! Se determinada coisa foi feita para ser usada de uma maneira, use-a da maneira que foi projetada! Não tente inventar moda ou usar um “address” para colocar algo em itálico! Use “em” para itálico!
Mas o que me faz pensar mesmo, e sinceramente, me revoltar demasiadamente, são serviços que temos na Internet que não respeitam regras!
Muitos que acessam meu site e vêem minhas vídeo aulas, sabem que eu tenho um TITÂNICO DESPRAZER em trabalhar com o Internet Explorer. Em todas suas versões! Eu odeio de paixão esse programa!
E, do que adianta nós seguirmos os PADRÕES WEB, se quem necessita renderizar esses padrões não os entende?

Você coloca determinada regra no CSS, valida o arquivo, e no validador dá que seu CSS está perfeito! Você abre o Internet Explorer e volta ao seu arquivo HTML para botar comentários condicionais para CONSERTAR A EXIBIÇÃO NA PIMBÓRDIA DO INTERNET EXPLORER!
Do que adianta fazer as coisas da maneira correta, sendo que às vezes, ou normalmente, temos programas que não respeitam isso?
O que eu acho mais estranho, é que fazendo-se uma comparação idiota, é o seguinte: Você vai a um dentista, e pede para o/a profissional arrumar seu dente da frente que tá com problema. O profissional vai lá, arruma o seu dente, e bota um “remendo” de cor “duvidosa” no seu dente. Você vai voltar nele?

É CLARO QUE NÃO!

Você vai procurar outro correto? Para quem têm um mínimo de inteligência, sim!
Então, eu me pergunto: PORQUE INSISTIMOS EM CORRIGIR ERROS NO INTERNET EXPLORER? PORQUE CONTINUAMOS A DESENVOLVER SITES PARA UM PROGRAMA QUE NÃO RESPEITA OS PADRÕES?
Porque é o mais utilizado?

O GOOGLE já anunciou que não dará mais suporte às versões antigas do IE. Ele está errado, em tirar dos usuários o bom funcionamento do seu sistema? Eu, sinceramente, acho que não.
Não quero culpar o usuário por não atualizar seu navegador, pois se muitos deles têm dificuldade em navegar na web, imagine então atualizar programas!
Eu acho que a culpa na realidade é de quem FABRICA essa %$#@%! Me desculpe os mais puritanos, meu palavreado!

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Gostaria muito que houvesse uma corrente, forte, como houve para a mudança do HTML 4 para o HTML5, que pregasse a “não utilização de comentários condicionais no INTERNET EXPLORER”. Simplesmente, gostaria e muito, que nós, webdesigners e webdevelopers, numa corrente de tentar “mudar a internet” (nada utópico de minha parte!), parássemos de dar suporte ao IE.

Quem sabe, os “profissionais” que criam esse navegador fizessem um serviço decente que atendesse aos padrões, assim como o Firefox ou o Chrome atendem. Pelo menos, eu consigo ver meu site do jeito que é para ficar nesse navegador.

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Aí eu te pergunto: compensa usar os padrões web? Eu uso… embora o Internet Explorer não me ofereça suporte!

P.S. – Uma pergunta que não quer calar: “Porque lançaram o IE9, se eu preciso colocar uma linha no HEAD do meu HTML que o faça se comportar como IE8?”

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Novos Negocios

Planejando um site: o que esperar de meu cliente?

Dando continuidade ao assunto, vamos agora ao que mais nos interessa. O que esperar de nosso cliente!
Esse é um assunto delicado em se dissertar, pois eu tenho clientes, assim como você, que podem ler esse artigo. Então, eu corro um sério risco de algum deles levar o texto para o lado pessoal.

Mas não é isso que desejo que aconteça. Até mesmo porque eu não quero, de forma alguma, prejudicá-lo e sim, oferecer um serviço com a maior qualidade possível.
Então, após informarmos ao cliente sobre nossos serviços, nossas qualidades e diferenciais perante os concorrentes, esperamos que ele:

1º – Responda com sinceridade o briefing
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Sabe aquele briefing que enviamos ao nosso cliente? Ele é primordial para que saibamos, mais ainda, sobre seus defeitos e qualidades. Eu vejo as coisas pelo seguinte ângulo:

“O que está bom, está bom. O que está ruim, precisa ser melhorado. É nisso que quero gastar recursos e energia…”.

Portanto, eu preciso que ele me responda com a maior sinceridade possível todos os problemas que ele tem ou enfrenta no decorrer de seus dias!

Muitos desejam um site que divulgue aquele produto “fantástico” que “faz o maior sucesso”; mas se ele já faz um sucesso considerável porque ele é fantástico, porque eu preciso divulgá-lo mais ainda?

A pergunta e o foco deveriam ser: a empresa do seu concorrente é melhor em algum aspecto no qual você é comprovadamente pior? Então vamos trabalhar esse ponto!

Deixa que o que se vende por si só se vender automaticamente!

Por exemplo: quando eu vendia coloração para cabelos. Meu tubo de tinta era barato, rendia e tinha uma excelente qualidade. E isso era fato comprovado pelos profissionais que a utilizavam. Então, para que eu ia cair em cima do meu cliente para que comprasse o produto? Ele iria compra-lo de qualquer maneira!

Vamos sugerir ao nosso cliente então,um foco maior naquele produto que o giro não é tão bom?

2º Se ele quer que eu cumpra prazos, ele também precisa cumprí-los!

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Ok. Acertamos o briefing com nosso cliente, e levantamos os dados que precisam ser trabalhados com maior afinco no projeto.
Vimos o que necessitamos de informações, de imagens e dados diversos.

Quando seu cliente levantará esses dados para que nos sejam transmitidos?

Determinadas informações são “dinâmicas” e podem mudar da noite para o dia. Outras, no entanto, não!

E sem muitas informações, não conseguimos dar um andamento legal ao projeto. E se tem uma coisa que me deixa muito, mas muito irritado, são empresas que, junto a seus webdesigners irresponsáveis, colocam o site no ar sem todas as informações presentes nas páginas.

Não existe a meu ver coisa mais frustrante do que você acessar um site, procurar determinada informação e dar de cara com “conteúdo indisponível”, ou “aguardando conteúdo”, ou “a página que você procura não existe”. Se A PÁGINA QUE EU PROCURO NÃO EXISTE, porque raios o link para ela está no menu de acesso?

E por favor: a desculpa de “pressa para colocar um site no ar” não cola. Acho que os webdesigners deveriam trabalhar como os tatuadores: “Se você veio aqui com pressa, por favor, dê meia-volta e vá-se embora… Meu trabalho envolve arte, não tempo!”.

3º Quem vai me providenciar o conteúdo do site?

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Quer que eu crie os textos e os coloque no site? Tudo bem. Mas preciso avisá-lo: não sou jornalista. Sou programador e web designer. Portanto, não sou jornalista ou escritor para deter os grandes poderes da Língua Portuguesa!

Sei escrever direito, mas existe um negócio chamado “Web Writing” que nada mais é do que “Escrita para Web”; existem empresas especializadas (no caso, a minha!) em criar esse tipo de conteúdo.

São empresas que possuem profissionais capacitados para redigirem conteúdo digital em parceria com programadores, que podem auxiliar os redatores na hora da produção para que os conteúdos sejam mais agradáveis aos motores de busca, melhorando consideravelmente o posicionamento do site. Quem não quer se encontrado pelo Google, por exemplo?

Por favor, caro cliente. É sua empresa que está dando “as caras” no mundo digital. Vamos fazer um serviço bom e com qualidade?

Vamos agregar conteúdo único, bem elaborado e escrito, e ainda por cima otimizado para ser publicadoNA PÁGINA DA SUA EMPRESA?

O mesmo se aplica às fotos e/ou imagens ok?

Agora, se seu cliente estiver procurando apenas preço…é melhor já irmos para o próximo tópico!

4º Meu cliente me enviou todo o material! E agora, qual prazo eu dou a ele?

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Agora, meu caro e minha cara, o prazo fica por conta da análise de seus conhecimentos contidos e discutidos na parte 01 desse artigo.
Ao se somar:

– A complexidade do layout proposto;
– A complexidade do projeto elaborado (entenda-se: quantidade de páginas);
– O prazo de entrega do conteúdo do site;
– Seu nível de conhecimento em programação;
– Seus outros projetos;
– A “pressa” do cliente;

Você poderá, com certeza, dizer que entrega o projeto em X dias, “desde que todo o conteúdo esteja em minhas mãos” .

Eu não posso simplesmente dizer que faço o site em 25 dias, se eu não tenho todos os conteúdos prontos e em meu poder!

E por favor. Publique um site completo. Em outras palavras, empresa/designer que publica site incompleto não está preocupada com cliente. E muito menos com sua própria imagem.

A culpa pela falta de conteúdo não é sua.

Reflita sobre isso.

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Novos Negocios

Planejando um site: por onde eu devo começar?

Meu grande amigo Matheus Silva, nos comentários do post sobre o cliente desejar uma loja virtual, deu como sugestão a abordagem do assunto “Faço um site em X dias”, e me pediu para escrever sobre como chegar a esse denominador que necessita ser respeitado em um projeto web.
Entenda, por gentileza, esse “denominador” como “prazo de entrega” ok?
Vamos lá então. Precisamos como sempre (e você já deve estar por essas horas a pensar: “André, vá se tratar! Você é muito paranoico!“) nos atentar a diversos fatores que podem atrasar nossa entrega. Ou adiantar a mesma, já que para isso não existe uma receita de bolo a ser seguida!
Vou dividir o artigo em duas partes e na primeira, vou abordar o que nós, como webdesigners precisamos saber antes de passar um orçamento e um prazo de entrega para o nosso cliente:

1º O quanto eu sei sobre o assunto?


E estudei bastante.
A pergunta aqui é relativa a diversos âmbitos que temos que levar em conta na hora de prestarmos determinado serviço a um determinado cliente.
Primeiramente, é o que eu gosto de ter ciência: sobre o segmento no qual meu cliente atua. E o quanto eu sei sobre esse ramo de atividade.

É um nicho que está atrelado ao meu dia-a-dia? Eu, de certa maneira, estou inserido ou convivo/tenho vivência nele?
Ou é sobre um assunto que nunca tive contato na vida? Sabe por que eu me pergunto isso?
Pelo simples fato de já poder imaginar um layout; o que normalmente empresas concorrentes abordam em suas páginas; e principalmente O QUE NÃO ABORDAM em suas páginas, para que eu possa ofertar ao meu cliente um site com algum diferencial perante seus adversários!

Eu sei o que a empresa de meu cliente comercializa/oferece como produto/serviço? O quanto eu sei disso para discutir com ele o melhor jeito de iniciarmos uma conversa onde ele entenda que eu SEI o que estou dizendo? E o que digo não é besteira ou uma maneira de tentar “convencê-lo” (em outras palavras, enrolá-lo!) para que feche o serviço comigo?

E fora do âmbito comercial, eu preciso ter a ciência e a capacidade de reconhecer minhas limitações: o que EU posso ofertar que POSSA entregar como vantagem ao meu cliente?

O quanto eu estudei, me aprofundei em design, em programação? Eu tenho o contato de quem sabe mais do que eu e sempre que eu preciso, essa pessoa está disposta a me dar um direcionamento, e não o código pronto na minha mão?

Pois código pronto é como tomar “ASPIRINA” em caso de dengue. Pode até amenizar os sintomas, mas não trata do real problema!

Eu já fiz algo semelhante?
Sim. Algo semelhante já é um excelente ponto de início. Eu já fiz um sistema de comentários, e sendo assim, eu posso adaptar o código para montar um painel gerenciável para meu cliente em php e assim vender um site gerenciável? Modesto, mas gerenciável?
A resposta é sim. Desde que tenha entendido o código e sua lógica, e não simplesmente tenha pegado ele lá do meu banco de scripts e apenas copiado.

E pior do que copiar e colar um código é ainda ter que aguentar você dizendo aos quatro ventos, no Facebook e no Twitter, e no seu site, que VOCÊ É PROGRAMADOR…

2º Qual o meu tempo de estrada?



Sua experiência vale. E muito.
Há quanto tempo você trabalha? Para quantas pessoas você já trabalhou, ou prestou serviços?

Quantos projetos você já entregou nessa sua jornada? Andou com a ajuda de outras pessoas até conseguir andar com suas próprias pernas? Essas pessoas poderiam falar bem de você, caso seu cliente peça referências?

Você teve um relacionamento legal com seus ex-empregadores, que possam lhe dar esse voto de confiança perante terceiros?

Seu cliente vai entender sua experiência como “segurança”. E é só isso.
Cabe unicamente a você aprender a tirar o melhor proveito disso, para que não se sinta como o terceiro tópico, apresentado logo abaixo!

3º Ninguém me dará o devido valor!


E isso é fato. Ninguém te dará valor até que você o dê.

Quer alguns exemplos? Vamos lá então:
Primeiramente, não precifique o trabalho de terceiros. Achou barato ou caro demais, guarde para si mesmo sua indignação, ou faça como eu, e as exponhas de maneira responsável.

Recebi um contato há uns tempos atrás, e a pessoa me questionou sobre tradução de artigos para postar no site dela. Queria que eu traduzisse três artigos por semana, com EXCLUSIVIDADE para serem postados como conteúdos únicos em sua página na web.

Falei que três ficariam meio pesados, mas que eu poderia fazer dois. E antes que eu teclasse qualquer coisa, o cara já “chegou chegando” e disse:
“Beleza! Fechado! Te pago R$ 10,00 por artigo…”.
Vamos voltar ao segundo tópico? Maravilha!

Não quero passar a imagem de arrogante ou prepotente. Porém, você sabe quanto tempo eu dediquei da minha vida para aprender a língua inglesa? Quantas letras de música eu traduzi sozinho, na companhia de um dicionário, para entender o que o Bon Jovi dizia em 1990? Sim, eu ouvi bastante Bon Jovi. E Guns´n Roses também. E naquela época não existia internet e os discos em vinil eram baratos. E vinham com encarte com as letras em inglês.
E eu ficava dias e dias, com o dicionário na mão, aprendendo o que eles diziam.

Eu cantei em banda. Precisei aprender também a falar inglês. Queimei a cara por diversas vezes, cantando errado. Desafinando. Mas sempre me orgulhando de saber o que eu estava falando em cima do palco, pois dediquei mais de 15 anos a aprender tudo e manter “afiado” em tal língua!

Aí vem um cara e me oferece R$ 10,00 por artigo traduzido?
Tenha dó. Que tivesse me pedido para fazê-lo de graça. Eu não teria me sentido tão ofendido.
Outro exemplo que posso citar aqui foi de um cara que trabalhou comigo em uma empresa, e com muito esforço montou a sua. Parabéns para ele. De verdade.

Passei em seu comércio para oferecer um site, e ele me disse: “Semana passada veio um cara aqui e me ofereceu um site também! Conversei com ele, e ele até me trouxe, mediante meus desejos, um tipo de um “mapa do site”, que toma, pode levar! Analise e me passe o seu valor!”.

Primeira mancada: eu não daria um esquema desses para cliente nenhum, antes de fechar um contrato. Para exatamente não ter que passar por uma situação dessas.
Quando eu peguei o trabalho do cara, fiquei até chateado. O cara tinha feito um senhor diagrama funcional do site. Coisa de profissional mesmo. E o cliente tinha entregado aquilo tudo para mim!

Pensei, vi que o sistema não seria nada fácil de montar, pois havia a necessidade de uma área gerenciável para publicação de fotos e para atualização de agenda. E naquela época, eu ainda não tinha conhecimento nenhum em WordPress.
Mesmo assim, montei meu orçamento e passei para ele. A resposta do cidadão:
“André, gostei do seu orçamento! Porém, eu tenho outro aqui R$ 900,00 mais em conta! Você consegue chegar nesse valor?”
Não abaixei o valor, pois já entendi que se tratava de uma senhora bucha! E outra: eu precisaria programar, e muito, para entregar o que o cliente desejava. E vou ganhar R$900,00 a menos do que minha proposta original, por que um “profissional” sem noção passou um valor desses para o cliente?

Não meu amigo, eu não faço isso. Eu não estudei para jogar meu preço lá embaixo. Eu não varei noites pesquisando e tratando de problemas para ouvir esse tipo de coisa.
Meu valor é esse, e ponto final. Tem mais em conta? Maravilha. Faça com ele. Mas …

4º Meu cliente precisa saber disso!


Se eu não disser, ele não saberá!

Preciso informar ao meu cliente tudo o que eu sei fazer, o que conheço sobre o assunto, sobre seu segmento, sobre a internet em si, o que pode ou não ser favorável ao desenvolvimento do projeto, mas de maneira que você possa passar confiança sem abrir o seu jogo, entendeu?

Você precisa deixar claro, colocar as cartas na mesa, mas não entregar o ouro. Deve sim, explanar ao cliente que você tem uma ideia de como “criar um diagrama funcional” do site, porém, não entrega-lo ao cliente sem antes fechar o contrato! Aí acaba caindo na minha mão, na mão de outro “profissional” que vai entender que “tem o projeto na mão” e vai cobrar R$1.000,00 mais barato que você!

Eu preciso na conversa com ele, passar a segurança de que eu tenho capacidade para realizar aquilo que ele deseja, e principalmente, capacidade para distinguir o que pode ou não dar certo, ou até mesmo, se é o mais correto para determinado momento. Eu preciso, como sempre digo, ser um “consultor” ao invés de apenas um web designer preocupado com minhas contas no final do mês.

Ah é, e para não faltar, fica a dica:
FLUÊNCIA NA ESCRITA E NA FALA DO PORTUGUÊS É IMPRESCINDÍVEL!

5º Perder o trabalho não é o final da linha. Pode ser o início.



Por mais frustrante que possa soar, mesmo quando você explana tudo isso, deixa claro todos seus diferenciais perante seus concorrentes, você perde o serviço.

E isso é uma coisa ruim? Não. Eu não acredito que seja.
Como também eu costumo dizer, isso pode ser o início de outro trabalho. Será que seu cliente não virá atrás de você, porque o “profissional” que cobrou R$1.000,00 a menos que você não entregou o serviço, ou se entregou, não foi a contento?

Será que ele nunca vai se lembrar daquele cara que uma vez disse a ele que “não coloque gif´s animados nessa seção por não caírem bem”, e todos os comentários relativos ao site dele são negativos em relação aos gigantes

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Comunicação Web

O homem inventou a roda, a Internet e a bomba. E agora, o que vamos fazer com elas?

Dizem que “a mãe de todas as invenções é a necessidade”. Inventamos a roda e a Internet. Não podemos transformá-las numa bomba.

Estamos cada dia mais enredados. A criatura está tentando dominar o seu criador. Entramos com tudo na rede e agora ela quer nos envolver por inteiro. É tão extensa e capilar a sua malha que nossa vida precisou adaptar-se, já que estamos ligados intimamente a seus fios.

A Internet foi classificada por especialistas do MIT – Instituto de Tecnologia de Massachussets como a maior invenção dos últimos 25 anos em pesquisa encomendada pela CNN. Eu acho que nem precisávamos deles para saber isso, mas eles são os especialistas do MIT, ora bolas. Devem ter achado todas as especialidades que os especialistas procuram para dar seu veredicto. Considerando que a evolução da tecnologia já não galopa, trafega em fibra ótica, é um resultado de grande relevância, uma posição de devido destaque para a rede mundial de computadores.

De uma forma prática o que nós, que somos ou não somos os especialistas do MIT, podemos usufruir desta grande invenção no campo dos negócios, das facilidades e da interatividade? Qual a nossa missão como empreendedores e profissionais da área de TI diante de uma massa imensa de seres humanos carentes de serviços inteligentes, eficientes e que facilitem a vida na prática? Como realizar isso sendo ético, honesto e fazendo o bem?

Constantemente surgem idéias e novas oportunidades para usarmos os recursos da Internet nos negócios e geralmente as mais simples aplicações tem sido as que trazem resultados mais efetivos para seus criadores e para os usuários. E é delas que eu mais gosto também.

O e-mail, o correio eletrônico que transformou uma simples carta numa das mais eficientes ferramentas da comunicação global, quando é usado de forma ética e elaborado com inteligência, torna-se um aliado na venda de produtos e serviços, fidelização, suporte e relacionamento com clientes. É um dos serviços que prova que por mais espetacular que seja a Internet como invenção, alguns inescrupulosos o transformaram num “vilão”. É um tanto quanto invasivo quando usado com “má fé”, mas não tão incômodo como o telemarketing. O email como ferramenta de marketing precisa ser urgentemente re-explicado para que deixemos bem claro para o público a diferença que existe entre ele e o SPAM. Ainda faremos isso aqui em próximos artigos bem detalhadamente.

Outro serviço que tem a possibilidade de “re-revolucionar” a comunicação interativa são os BLOGS, que transformaram cada pessoa num potencial veículo de comunicação, transmissor de idéias e ideais. Ganhou versões para fotos e logo teremos mais popularizados os vídeo blogs, que podem ser uma espécie de emissora de televisão particular que roda em cima do protocolo da Internet. A popularização das câmeras digitais e celulares dá dinâmica ao conteúdo destes serviços. O que me estimula é que dentro destas fantásticas invenções, as simples idéias são as mais brilhantes. A cada um de nós cabe saber como rodar estas “rodas vivas” da fortuna, usando criatividade, ética e simplicidade.

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Comunicação Abraweb

Como formar um bom resultado.

Os cursos na área de TI são responsáveis por formar os nossos profissionais, essenciais propulsores desta indústria.

Tenho refletido um tanto a respeito do ser humano nestes tempos. Não chega a ser uma crise existencial dos “40 anos”, mas vamos ver se esta minha reflexão é um sintoma que aflige apenas a mim ou a qualquer empreendedor, empresário, diretor e gerente das áreas de tecnologia em qualquer faixa etária. Estou procurando respostas para algumas perguntas. Possivelmente farei-as por toda a minha vida, não só nesta fase. Mas algumas destas perguntas eu tenho feito especialmente por ter retomado os meus projetos de Internet. Tenho pensado no ser humano que tem a aptidão para trabalhar neste mercado de tecnologia, comunicação interativa, desenvolvimento de software e outros ofícios ligados ao nosso mercado. Foi tentando resolver um problema durante alguns meses que percebi o quanto ainda há espaços para os bons profissionais ocuparem e o quanto há empregabilidade no setor de tecnologia aqui no Brasil.

Continuei observando estes nossos profissionais de TI sob dois aspectos: 1-Existem pessoas que tem em sua natureza algo que facilita a adaptação a estes trabalhos tecnológicos. Vejo jovens de 14, 15 anos que sem ter vivenciado uma formação acadêmica são capazes de criar por si grandes feitos na Internet. É um talento nato para programar, desenvolver, animar, desenhar, arquitetar dentro do mundo virtual. Este povo que alguns chamaram de “nerds” nos tempos remotos, hoje são a “nata” dos “Geeks”. Capazes de levantar uma fortuna se bem dirigidos nos seus atos e pensamentos. 2- Temos ainda uma turma não menos plugada, mas que busca no estudo, na teoria e posteriormente na prática realizar e manter os doces inventos que rodam na www. Muitos fascinados com a perspectiva de ser um profissional de TI, buscando os seguros salários que as empresas oferecem. Confiam aos cursos na área de tecnologia a missão de prepará-los para o futuro. E nós, empresários, empreendedores, diretores e gerentes? Dependemos da mão de obra formada por estas escolas e universidades para prosperar em nossos negócios? Esta é uma das perguntas que me faço e para a qual procuro a resposta.

As empresas fabricantes de softwares são a mola propulsora e protagonista principal deste mercado de cursos na área de programação, uma das mais vitais áreas para o setor. A cada lançamento, a cada novidade centenas e centenas de profissionais precisam se adequar às novas características e funcionalidades dos programas. Os fabricantes sabem que estão criando uma demanda pelo uso da tecnologia no mercado e os empresários do setor de ensino sabem que precisamos de pessoas capacitadas a operá-los. Daí um círculo virtuoso para nós. Se um software facilita um processo, vamos aprender a usá-lo, vamos treinar e formar profissionais para que estes nos atendam. Vamos dar empregos, vamos ter empregos. Daí a importância de escolas e cursos sérios, bem organizados e conscientes de sua missão no mercado. A ética no setor de ensino de TI é fundamental para a indústria. Uma certificação bem aplicada pode garantir o emprego e o sucesso das pessoas e das empresas. Estamos visceralmente ligados uns aos outros.

Peguei como exemplo para este artigo a Impacta Tecnologia que já formou 200 mil profissionais em 17 anos de vida. Segundo a Gerente de Marketing da Impacta, Valéria Mateus Fico, em 2004 a empresa atendeu 22 500 alunos e há uma previsão de crescimento na ordem de 15% para 2005. E tem mais: De acordo com informações divulgadas pelo IDC, a previsão inicial era de crescimento de 6% para o setor de tecnologia em 2005. Notícias recentes apontam uma revisão neste índice, que deve ser ainda maior , principalmente com o crescimento do uso de Software Livre. O setor de treinamentos deve acompanhar o crescimento do mercado, uma vez que é o responsável por capacitar os profissionais que lidam com as novas tecnologias. Acredita-se que o faturamento para este setor seja da ordem de 200 milhões/ano.

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Novos Negocios

Mistérios na criação de um website (e de outras soluções on line bem resolvidas).

Quem está realmente apto a planejar, criar e desenvolver um website para uma empresa? Seriam as agências de comunicação ou as produtoras de Internet? Ou nenhuma coisa nem outra?


Sobrinhos à parte, todos sabemos que a maioria das empresas de qualquer mercado buscou desenvolver sites e ter uma presença on line para seus negócios há algum tempo. Na verdade há muito tempo as empresas estão na Internet. Não dá prá imaginar hoje em dia algum negócio que não tenha um site qualquer. Bom, se ainda há gente nesta situação, deve ser o tipo de pessoa que não tem olhos abertos para o mundo. Praticamente um alienado, um E.T.! Caramba, quanto preconceito. Bom, aproveito que estamos entre amigos de bits e bytes para este desabafo…

São mais de 700 mil domínios registrados na FAPESP. É um bocado de gente, um bocado de pessoas físicas e principalmente jurídicas que está presente na web.br, entendendo no mínimo que ter um site e um email com domínio relacionado a sua marca é essencial para manter uma comunicação e relacionamento de negócios com as pessoas.

Ter um site não é simplesmente ser cyber ou fashion (digo site para entendermos as muitas soluções on line que uma empresa pode ter como e-commerce, e-CRM, etc etc). Somos perto de 14 milhões de usuários da Internet aqui no Brasil, uma população maior que a da Grécia, ou maior que a do Paraguai e Bolívia somadas. Esta comunidade gigante que busca suas referências para consumo dentro da Internet é uma elite consumidora, mesmo se levando em conta os menores de idade, estudantes e incluídos por meio de programas sociais. Bom o que quero dizer aqui é que tem muita gente prá ser fisgada por uma empresa presente na web.

Mas o que as empresas tem feito para entender o meio e atender dentro da Internet? Muito leio, vejo, vivo e navego a este respeito. As empresas algumas vezes pensam por si só e desenvolvem “in house” seus websites com o departamento de informática e ou departamento de marketing. Outras desenvolvem com um fornecedor externo, como uma produtora de websites, sendo que esta pode ser de pequeno ou médio porte. As maiores, no entanto, procuram sua agência de propaganda e confiam a ela esta missão como parte do mix de comunicação. São muitas as variáveis que se enfrenta para a entrega de um site ao cliente que o encomendou.

O que vale dizer é o quanto é importante ter critérios bem definidos no momento de pensar seu e-business. Hoje em dia o caminho mais natural para a maioria das grandes empresas é procurar a sua agência de propaganda. Tenho visto algumas agências de propaganda que não conseguem há meses ter o seu próprio website no ar. Agências de grande porte, com faturamento astronômico. Não tem site e nem tem profissionais habilitados a atender nesta área, por mais multidisciplinares que se achem. E o cliente fica muitas vezes acreditando que o que lhe ofereceram é o que ele realmente pode aproveitar da Internet.

Sinto que é um dever dos profissionais de tecnologia/comunicação, afinados com o uso da web, orientar seus clientes para a aquisição das melhores soluções. Independente de onde este profissional estiver. Se dentro da agência de comunicação, se dentro da agência de marketing direto, numa produtora de Internet ou dentro do próprio cliente. Somos nós, “”galera sangue bom www” que podemos movimentar o mercado, criando as alternativas corretas para os clientes. Precisamos manter a atitude de nortear as decisões na área de tecnologia e comunicação para que seja implantada a melhor solução no mercado. Assim os resultados positivos das empresas dentro da Internet serão nossa melhor referência, nosso melhor case. Não dá prá colocar nosso “DNA de Internet” dentro de uma outra pessoa (nem com transfusão), portanto precisaremos de muita paciência para transmitir de forma clara, elucidativa, algo prático, que funcione e traga resultados.

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Comunicação Abraweb

ABRAWEB prepara um mega evento para seus afiliados.

Com aproximadamente 100 dias de atividades e mais de 20 mil afiliados a ABRAWEB – Associação Brasileira de Web Designers e Webmasters iniciou a produção de um evento que reunirá os mais destacados profissionais do setor para falar sobre tudo o que há de melhor no desenvolvimento de websites e sistemas vencedores.

As feras do mercado mostrarão seus trabalhos e as mais recentes tecnologias disponíveis para que você e outros entusiastas da Internet possam ter uma verdadeira experiência de comunicação digital.

Para que possamos produzir o melhor evento deste setor, com muito critério, qualidade e foco, contamos mais uma vez com sua colaboração. Respondam com exatidão este questionário qualitativo. Ele guiará a ABRAWEB na produção do WEBWEEK 2002.

Vocês, afiliados da ABRAWEB, são a força da associação no mercado. Somente com este apoio viabilizaremos uma entidade unida para servir aos profissionais da Internet.

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Comunicação Abraweb

Informações importantes sobre dados cadastrais dos afiliados

Ao inscrever-se na ABRAWEB, solicitamos aos profissionais que respondam algumas questões. Vamos esclarecer a necessidade destes dados, a sua utilização e sob qual sigilo manteremos estas informações.
Para a ABRAWEB suprir de modo eficiente o que o mercado e os profissionais precisam para o aperfeiçoamento de suas atividades, é preciso compreender suas necessidades.
Encontrar os meios para melhor satisfazer essas necessidades só será possível com informação de qualidade e estas informações devem ser prospectadas dentro do mercado, entre os profissionais que convivem diariamente com os procedimentos e práticas desta profissão.
Coletando estas informações a ABRAWEB poderá saber como orientar, da forma mais eficaz, os diversos públicos envolvidos nas atividades do setor.
Abordagens semelhantes são comumente usadas em outros campos de estudo para conhecermos o comportamento e atitudes do público diante da política, dos órgãos públicos e governamentais, das empresas de mídia (sobre o que vêem, ouvem e lêem), produtos e serviços diversos.
Uma pesquisa depende da confiança do público na instituição que a realiza. Nós da ABRAWEB estamos realizando esta pesquisa de forma honesta, objetiva, sem intrusão indesejável baseados na sua colaboração voluntária.
Através destas informações vamos identificar e definir oportunidades e problemas deste setor, a fim de gerar respostas satisfatórias para melhorar a vida de todos os públicos ligados à associação.
Lembramos que:

· O anonimato dos entrevistados deve será preservado.
· Os registros serão usados exclusivamente pela associação.
· Os registros estão guardados de forma segura

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Comunicação Abraweb

“Para que uma associação?”

Iniciamos uma atividade muito natural em todo o mercado e que em muitos segmentos da sociedade só tem trazido benefícios. A ABRAWEB existe para trabalhar por um grupo crescente de pessoas que tem em comum o espírito empreendedor e uma grande paixão por tecnologia e interatividade. A ABRAWEB veio para caminhar ao lado do profissional que realiza a Internet nas suas mais diversas modalidades de acesso e de apresentação.

Fundamos a ABRAWEB firmados no propósito de unir os profissionais do mercado colocando-os diante de valores como espírito de cooperação, respeito, conhecimento, integridade, ética e paixão pelo nosso setor. A Internet é uma atividade que forma pessoas vitoriosas. Estudantes, profissionais e empresários vencem a cada dia os seus desafios, acessando e produzindo informação, prestando serviços, gerando prosperidade.

Respeitamos todo o trabalho na intenção de entender a profissão e propor uma discussão sobre profissionais que trabalham especificamente no desenvolvimento e manutenção de ambientes virtuais interativos. Nossa meta e onde queremos chegar diz respeito a isto também. Mas iremos muito além, unindo toda a comunidade e fortalecendo todas as facetas da relação destas pessoas com o mercado. Organizar um grupo talentoso não será tarefa simples, mas estamos empenhados em formar um relacionamento produtivo visando um claro progresso para todos na rede

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Comunicação Abraweb

Mensagem do Presidente

“Iniciamos uma atividade muito natural em todo o mercado e que em muitos segmentos da sociedade só tem trazido benefícios. A ABRAWEB existe para trabalhar por um grupo crescente de pessoas que têm em comum o espírito empreendedor e uma grande paixão por tecnologia e interatividade. A ABRAWEB veio para caminhar ao lado do profissional que realiza a Internet nas suas mais diversas modalidades de acesso e de apresentação.

Fundamos a ABRAWEB firmados no propósito de unir os profissionais do mercado colocando-os diante de valores como espírito de cooperação, respeito, conhecimento, integridade, ética e paixão pelo nosso setor. A Internet é uma atividade que forma pessoas vitoriosas. Estudantes, profissionais e empresários vencem a cada dia os seus desafios, acessando e produzindo informação, prestando serviços, gerando prosperidade.

Respeitamos muito o trabalho de pessoas que foram pioneiros na intenção de entender a profissão e propor uma discussão sobre profissionais que trabalham especificamente no desenvolvimento e manutenção de ambientes virtuais interativos. Nossa meta diz respeito a isto também. Mas iremos muito além, unindo toda a comunidade e fortalecendo todas as facetas da relação destas pessoas com o mercado. Organizar um grupo talentoso não será tarefa simples, mas estamos empenhados em formar um relacionamento produtivo visando um claro progresso para todos na rede.

Um abraço a todos.”

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