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Vontade Real do Cliente X Criação Final

Olá, vamos falar um pouco sobre a distância que se observa muitas vezes entre a criação final do website e a vontade real do cliente.

O assunto é delicado, pois passa pela dificuldade humana em expressar de maneira objetiva uma idéia subjetiva, afinal, se trata de criação intelectual e portanto pessoal.

Contudo, não podemos perder de vista que o contratante da criação do website também tem uma idéia subjetiva do que gostaria que fosse a criação final e que essa criação tem que se aproximar ao máximo dessa idéia do cliente, posto que é a ele que queremos agradar quando nos propomos a expressá-lo na Internet.

Complicado não? Captar o desejo do outro e ainda expressar o que se tem em mente…

O tema mostra-se importante na medida em que a questão relativa à vontade das partes numa contratação é da máxima importância já que se trata de elemento essencial do contrato.

Em definição simplista, o contrato é o acordo de vontades tendente a realização de um negócio jurídico. Assim, esse acordo de vontades deve ser bem puntuado e delimitado na redação do contrato.

Mesmo assim, não basta tentar expressar e objetivar essas idéias subjetivas na redação do contrato.

É claro que ele será um instrumento importante, mas deve prever as formas de comunicação e de aprovação dessas idéias, visto que dispõe o Código Civil em seu art.112 que “nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.”

Às vezes, a parte contratada cria algo que não atende às expectativas da parte contratante, senão em termos de funcionalidade, em termos de visualização final do trabalho.

E isso torna a relação problemática, senão por uma possível quebra contratual, pela deterioração da imagem de quem realizou a criação. E esse, não é o objetivo de nenhuma das partes na contratação, não é mesmo?

Isso sem contar se outro conflito não tiver que ser administrado, o da “síndrome da criação”, em que o profissional se apega a sua criação e não aceita sugestão de modificação em seu trabalho, o que não pode ocorrer em hipótese alguma, visto que se trata da execução da imagem do cliente na web e não apenas de uma “obra de arte”, embora a lei enquadre a criação de website como criação intelectual.

Apenas exemplificando, vamos imaginar a Camisaria Mister Rich (nome fictício), essa empresa fabrica camisas sob medida, e sua produção se dá nos moldes de antigas alfaiatarias, cujo preço por tal exclusividade acompanha a riqueza na confecção, ou seja, as camisas são cortadas e costuradas segundo as medidas de cada cliente.
Com esse perfil de negócio, tal empresa deseja sua inserção na web buscando mais uma maneira de se relacionar com seus clientes e ampliar a visualização de seus serviços, pretendendo cativar um novo alvo de consumidores mais jovens, com alto poder aquisitivo e acostumados à compra de roupas prontas, mas que buscam algo exclusivo que os destaque.

Ocorre que a agência e/ou profissional contratado para a criação deste website cria algo em tom sóbrio, usando fonte rebuscada e sem uma área de relacionamento com cliente, quando na verdade o cliente desejava fugir completamente da idéia de conservadorismo e não queria um website que fosse meramente institucional, mas sim passar a idéia de uma empresa moderna que atende a um público exigente, mas não necessariamente conservador.

Provavelmente este trabalho irá gerar conflito entre as partes, pois o cliente ficará insatisfeito e o trabalho retornará à agência e/ou webdesigner inúmeras vezes, assoberbando-o e onerando a agência contratada, sem contar que poderá gerar uma quebra de contrato, na medida em que o trabalho possuir características diversas daquela pretendida pela parte contratante.

Mas, como evitar esse tipo de conflito e diminuir a distância entre essas idéias subjetivas.

Primeiro, adotando postura transparente com o cliente, na elaboração das propostas comerciais, atendendo ao princípios de probidade e boa-fé contratual insertos no art.423 do Código Civil.

Segundo, explicitando em contrato as etapas da criação, atrelando a consecução dessas etapas à aprovação do cliente ou de seus prepostos.

E terceiro, usando extensivamente as possibilidades tecnológicas de relacionamento com seu cliente (por exemplo, no uso de extranet) para que ele esteja sempre a par da execução dos trabalhos, certificando-se de que seu aval seja dado em todas as etapas conforma acima sugerido.

Certamente, como já ouvi algumas vezes, alguns profissionais dirão: mas eu vou desenvolver primeiro o trabalho, para depois saber se o cliente gostou e somente então contratar??

Pelo contrário, você deve adotar postura transparente desde o início, com contratação inicial por escrito, segundo as regras de direito próprias da relação jurídica, prevendo o acompanhamento dos trabalhos por meio de tecnologia, descrevendo as etapas de evolução desse trabalho, cuja aprovação será dada constantemente pelo cliente.

Tenho certeza de que a imagem da agência e/ou profissional de criação será fortalecida, não havendo desgaste contratual sob alegação de execução em desacordo com o contrato.

Mais uma vez, espero ter ajudado a esclarecer um pouco mais como uma boa contratação pode ajudar na realização de um bom negócio.

Um abraço e até a próxima edição.

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10 Tópicos Importantes em uma Contratação – 2ª parte

Olá! No último artigo, abordamos temas como “o orçamento e proposta inicial”, “responsabilidade quanto à hospedagem”, “a posse das senhas de acesso ao servidor de hospedagem”, “a aproximação da vontade real do cliente” e a questão do “prazo para execução dos trabalhos”.

Agora trataremos em linhas gerais os 5 tópicos restantes, que na minha opinião, completam os principais itens a serem cuidadosamente observados nesse tipo de contratação.

6- O pagamento

Muitos profissionais queixam-se de inadimplência e perguntam-se como receber pelo trabalho desenvolvido, no que não enfrentam situação muito diferente da maioria daqueles que se dispõe ao desenvolvimento de qualquer atividade. Faz parte do risco de qualquer negócio.

Contudo, é certo que um contrato bem elaborado e com garantias minimiza esses riscos e apresenta-se como um instrumento a mais a facilitar a execução pelo inadimplemento da outra parte.

7- O registro de domínio

Muitos profissionais afeitos com as questões que envolvem a internet, ao oferecer seus serviços de criação de website incluem o registro de domínio.

Entretanto, vale lembrar que são atividades distintas. O registro é geralmente executado por empresas de marcas de patentes e/ou advogados habituados às questões que envolvem o direito concorrencial.

Contudo, nada impede que qualquer pessoa requeira um registro de nome de domínio.

Assim, é recomendável que se anexe ao contrato de criação as pesquisas realizadas nos órgãos competentes acerca de outros nomes de domínio semelhantes requeridos, de marcas registradas ou com pedido de depósito efetuado, bem como de nomes comerciais de empresas.

Afinal, se fizer parte do pacote na criação do website o registro do nome de domínio, poderá haver responsabilidade quanto a eventual situação de concorrência desleal em que for colocado o cliente.

8- Uso de imagens de banco e dados devidamente registradas

Às vezes o profissional de criação possui banco de imagens próprio, utilizando essas criações nos sites que desenvolve, o que merece as seguintes considerações: a) essas imagens devem ser registradas e b) deve-se determinar as condições para o uso dessas imagens em sites, folders, material promocional, etc.

Em outras situações, essas imagens pertencem a terceiros a sua utilização depende de autorizações que devem integrar o negócio. Afinal, você não quer que seu cliente seja demandado por ter em seu website imagens que nem ele mesmo imaginava que não poderiam estar ali não é?

9- Inserção de link

O cliente não está obrigado a aceitar a inserção de link em seu website, mas deve constar – como se fosse uma assinatura – a titularidade da criação. São os famosos “powered by” encontrados na maioria dos sites, os quais fazem referência ao autor da obra criada, nos termos do que dispõe o art.24, inciso II da Lei sobre direitos autorais.

Por outro lado, é interessante que essa assinatura esteja ligada através de link ao website da agência ou do profissional de criação, afinal, isso gera um fluxo maior de clientes, sendo interessante que esteja previsto em contrato de maneira a evitar-se conflito futuro.

10- Exibição em portifólio

A exibição do website criado em portifólio da agência ou do profissional também é outro ponto a ser elucidado junto ao cliente e determinado quanto à maneira de apresentação, se em eventos fechados específicos para área de atuação da agência de criação ou webdesigner; se em impressos ou apenas na internet, enfim, não se trata apenas do trabalho desenvolvido pelo profissional, mas também de que maneira quer ser apresentada aquela empresa perante o público, inclusive quando a criação disser respeito a conteúdo específico de intranet.

Novamente, abraço a todos e até a próxima, quando falaremos sobre “a aproximação da vontade real do cliente” em detalhes.

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10 Tópicos Importantes em uma Contratação – 1ª parte

Muito me honra o convite feito pela ABRAWEB para integrar esta lista de tão gabaritados colunistas e contribuir com informações relevantes do direito acerca das questões de internet.

Frente a essa solicitação ocorreu-me abordar alguns tópicos importantes na contratação da criação de websites, a qual facilita algumas situações cotidianas enfrentadas pelos profissionais de criação.

Em primeiro lugar, vale frisar que a atividade de criação de website há muito deixou e ser algo desenvolvido por “curiosos” para se tornar o que é hoje; verdadeiro mercado onde empresas buscam competentes profissionais que possam expressá-las na web.

Essa expansão de mercado tem dado origem a inúmeras agências de criação para Internet, as quais apresentam seus serviços de maneira séria, pautadas na ética e com suporte na contratação de suas atividades.

Assim, de maneira genérica, vale apresentar em 10 tópicos algumas das situações que envolvem esse tipo de contratação:

1- O orçamento e proposta incial

São de grande relevância as propostas iniciais e o orçamento apresentado ao cliente, visto que integram o contrato seja ele formalizado por escrito ou não.

Assim, preço, prazo e condições devem ser mantidos conforme acordado entre as partes, a menos que cheguem a outra conclusão até a assinatura do contrato final.

2- Responsabilidade quanto a hospedagem

A atividade de criação de website e a de hospedagem são diversas, sendo esta última a que armazenará as informações do site na internet.

É importante que o cliente que pretende a criação de website contrate empresa de hospedagem que utilize tecnologia compatível com as ferramentas utilizadas na criação, devendo a parte responsável pela criação indicá-las no contrato.

3- A posse das senhas de acesso ao servidor de hospedagem

Durante a execução dos trabalhos o servidor utilizado para testes tanto pode ser o da empresa contratada, quanto do contratante.

O importante é que a agência seja informada quanto às senhas de acesso e suas posteriores modificações para que o trabalho possa ser acompanhado em conjunto e os testes feitos no servidor em que ficará hospedado o site final.

Não é demasiado lembrar do dever de confidencialidade quanto a essa senha, inclusive com previsão contratual de sua utilização.

4- A aproximação da vontade real do cliente

As propostas iniciais e esboços, assim como slides de apresentação que contenham a idéia central do layout e demais funções do website devem ser amplamente discutidos e integrar o contrato, de maneira a individuar o máximo possível o objeto do contrato.

O objetivo é evitar o tão comum desgaste entre as partes ocasionado pela distância entre a vontade real do cliente e a criação final, e claro, uma possível quebra contratual.

Vale lembrar que embora o site seja uma criação intelectual, deve aproximar-se ao máximo da idéia expressa pelo cliente, afinal, comercialmente contratamos o que atende às nossas expectativas.

5- O prazo para execução dos trabalhos

O prazo deve ser ao máximo respeitado. Desenvolvimentos de sites intermináveis geram insatisfação da parte do cliente e custos elevados para quem se responsabiliza pela criação, levando a quebra de contrato e abalando a relação de confiança com o cliente.


Fico satisfeita se mesmo que de maneira genérica e em linguagem simples, tenha despertado a atenção daqueles que atuam na área de criação para a importância da contratação escrita do trabalho de desenvolvimento de website, o qual envolve questões de direito autoral, de concorrência entre empresas, de responsabilidade civil, bem como do direito obrigacional em geral, contribuindo para o desenvolvimento do mercado de criação para Internet.

É claro que tais considerações não se traduzem em qualquer orientação pessoal ou consultoria jurídica, bem como não podem ser adotadas genericamente na elaboração de um contrato padrão para toda e qualquer criação para internet. Para isso, o profissional ou agência deve contar com um advogado de sua confiança, especializado no cuidado com questões que envolvem o Direito Eletrônico, o qual poderá orientá-lo nas mais diversas contratações.

Um abraço e até a próxima edição quando abordaremos os outros cinco tópicos restantes.

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Como se dar bem em um processo seletivo

Hoje em dia estudantes, estagiários e até mesmo profissionais experientes, quando procuram uma nova oportunidade se deparam sempre com o “medo” do processo seletivo que irão enfrentar para conquistar a vaga desejada.

O objetivo deste artigo é amenizar os receios que temos das entrevistas de emprego. Para estudantes e estagiários, que procuram sua primeira oportunidade de trabalho, o receio é ainda maior e perceptível por ser exigido um curso técnico ou faculdade naquela determinada área e por não terem experiência anterior. O primeiro passo é ser natural e mostrar que mesmo que não se tenha uma vasta experiência na área você tem interesse na vaga, é uma pessoa pró – ativa e além de tudo comprometida com esses novos desafios. Para os profissionais já formados, o olhar sob uma entrevista de emprego já é mais confiante, pelo fato de obterem conhecimento que o mercado exige, ou seja, formação acadêmica e experiências anteriores em outros empregos. Atualmente, existem várias formas de aplicar um processo seletivo para uma determinada vaga. Muitas empresas vão muito além do que apenas uma entrevista ou algum tipo de avaliação, aplicam dinâmicas, entrevistas com psicólogos e outros, para que este nervosismo seja amenizado e não atrapalhe o entrevistado neste momento.
Vale ressaltar que muitos dos entrevistados se preocupam apenas com a contratação e o entusiasmo de um emprego novo e não se preocupam em conhecer a empresa que irá trabalhar, cada empresa tem seu modo de trabalho e de relacionamento, por isso devem dar atenção especial a este ponto e analisar como deverá ser seu comportamento naquele espaço, para que não “queimem” sua imagem logo no início. Observo nas entrevistas que muitos desenvolvedores se apresentam como “melhores que os outros” por obterem uma bagagem boa de conhecimento, mas isso não deve ser feito no primeiro instante, o importante no momento da entrevista é desenvolver seu marketing pessoal e “vender o seu produto”, e se for contratado, provar através do seu trabalho e do “jogo de cintura” que você merece o lugar que conquistou naquela empresa.

Este artigo foi escrito para você que se sente assim antes de ir a sua primeira entrevista ou quando tem que enfrentar outras em sua carreira. Em breve, publicarei outros artigos para que você encontre o sucesso na carreira que almeja.

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Marketing Digital

A Importância do Marketing

Com novas tecnologias surgindo no mercado, aparecerão consumidores mais ávidos e exigentes. A ordem do marketing contemporâneo é relacionamento.
Não é apenas vender, é manter contato, ouvir o que o cliente tem a falar, dar voz para esse público, se essas empresas estão no meio do caminho, com certeza terão sucesso em seus negócios e aquelas que começarem a desenvolver esse tipo de estratégia, poderá não conseguir acompanhar a concorrência, uma vez que o mercado nunca pára de desenvolver-se.

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Segue abaixo alguns exemplos de Marketing Contemporâneo:

Marketing de Responsabilidade Social

Natura é uma empresa que se destaca em sustentabilidade, desde a produção até o operacional, faz disso parte da estratégia da empresa, pois adquire mais consciência e respeito ao meio ambiente.
Um ponto importante é que não foca apenas no consumidor mas em seus stakeholders (pessoas ou empresas que podem ser influenciadas por ações de uma organização). A quebra de paradigmas usando o conceito de usar mulheres de idade às consumidoras em sua comunicação.
Também fez dos colaboradores, os proprietários da marca, nos anos 90.
Muito tem se falado da sustentabilidade, porém acredito que nada pode por em prática, se cada um de nós tomarmos uma consciência sócio-ambiental. E não se refere apenas em assuntos envoltos do Rio+20 que reunirá os líderes de todo o mundo para fazer um balanço do que foi feito nas últimas duas décadas e discutir novas maneiras de recuperar os estragos que já fizemos no planeta, sem deixar de progredir. Mas pensar em alternativas para diminuir o impacto da humanidade na Terra não é responsabilidade, apenas, dos governantes, e sim em cada um de nós.

Marketing Político envolve a estratégia do marketing direto.

O sucesso da campanha do Presidente Barack Obama foi desenvolvida em 2008 por Giancreco, estrategista de marketing e responsável pelo eleitorado do presidente.
Sua arma foi o conhecimento de dados pesquisados, qualitativos e quantitativos, incluindo assim um profundo estudo de perfil do eleitorado de determinada região dos Estados, com seus costumes e dados de consumo, além de renda, sexo e religião. Todavia foi utilizado como via mais rápida, as redes sociais, em que fora criado um “Hangout” com parceria com a Google para que cidadãos comuns pudessem expor suas dúvidas e ou questões diretamente com o presidente ao vivo.
Uma das questões relevantes foram sobre o tipo de visto, conhecido como, H1B, na falta de mão-de-obra qualificada, o empregador americano possa contratar temporariamente vagas para o estrangeiro.
“Por que o governo continua se preocupando com a emissão do visto H1B quando existem muitos americanos, assim como o meu marido, que não conseguem arranjar um emprego?”, perguntou Jennifer de Texas.
Intessante foi a resposta dada pelo presidente, “mande o currículo de seu marido para mim”.
Sobre o panorama eleitoral brasileiro, teve o foco do uso da estratégia nas eleições do ex-presidente Lula, Duda Mendonça foi o estrategista por trás do sucesso da campanha, como já dito Mendonça, todo plano deve ser desenvolvida de 3 fases: Diagnósticos, Estratégias e o Eixo fundamental.

Marketing de Relacionamento e o uso do crowdsourcing

O case da FIAT, feito pela Agência Click Isobar, onde a companhia fez questão de criar um projeto online no qual o próprio consumidor poderia sugerir ideias na fase do desenvolvimento do carro. Também foi o primeiro carro desenvolvido com o conceito em crowdsourced e como fez o uso do marketing de relacionamento.
O projeto alcançou um sucesso mundial, mais de 1,5 milhão de visitantes, 15,3 mil cadastrados (em mais de 100 países), e milhares de ideias que geraram 3 mil desenhos dos designers contratados pela empresa.
Para quem desconhece o conceito, o crowdsorcing é uma das práticas usadas em colaboração com outros profissionais afim de atingirem uma meta ou um objetivo, para as empresas o custo é certamente mais barato, ao contrário do outsourcing que é usada como terceirização de mão-de-obra qualificada.

Marketing de Posicionamento, como ferramenta agressiva

Um ótimo case foi o da Nissan, que usa a ferramenta como uma forma agressiva de mostrar que ficou para ficar no mercado, apesar dos problemas referentes, a Conan já tirou a pedido da concorrência alguns comerciais feitos pela companhia.
O mais impressionante foi a forma de se desculpar, e como maneira progressiva manteve claro, que seus produtos são melhores que as das outras.

Ousadia, criatividade, e porque não mencionarmos, tentativa de conquistar um público diferente, fez com que a Nissan se tornasse a favorita em originalidade.

Marketing Holístico, como ferramenta ética

Não poderia deixar de mencionar a importância do uso do Marketing Holístico nas grandes e pequenas empresas.
Segue logo abaixo uma interessante imagem que define o processo dessa ferramenta.

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Partindo desse pressuposto o consumidor busca não apenas o produto final, a busca da procedência, de onde veio, como foi fabricado, trazem para as empresas, consumidores conscientizados.
Casos como o da Arrezo que utilizaram peles de animais em seus produtos, criou um grande “buzz” na internet, ou então outro caso que foi da marca Zara, no qual seus produtos eram feitos a partir de condições subhumanas.
Um caso de sucesso foi o da companhia Ipê, que apesar de ter criado apenas um departamento de marketing para funcionar em 2002, porém sempre foi preocupada com inovação. Também teve um destaque na mídia onde consecutivamente foi eleita na categoria Conservação Ambiental por quatro anos.

A fim de buscar ascensão empresarial, foi feito uma reengenharia no processo interno da companhia, onde seu objetivo era conhecer o consumidor.
As pesquisas foram qualitativas e quantitativas para apontar os valores que a Ypê era conhecida no Mercado.
Além das características mais esperadas, como limpeza e perfume, a empresa identificou atributos como transparência, confiança e natureza. A natureza, além do nome, vem também da leitura que os consumidores fazem das embalagens, vendo que são recicladas e que os produtos são biodegradáveis. Para reforçar a ligação da Ypê com o meio ambiente, foi desenvolvido um novo logotipo, a gota d’água, item essencial para a Ypê, tanto no processo de fabricação do produto, quanto no uso.
A preocupação em oferecer algo de qualidade com preço acessível está ligada também ao foco em sustentabilidade, que passa por três pilares: econômico, social e, finalmente, ambiental. E a missão da Ypê é unir esses três atributos. “Não adianta fazer um produto ecologicamente correto e cobrar caro por isso, pois serão poucos os consumidores que terão condições de usá-lo e, consequentemente, não haverá o impacto ambiental desejado”
Para manter o ritmo de lançamentos, a Ypê continua os estudos para novos produtos e reforça cada vez mais o relacionamento com os consumidores. Recentemente, a marca lançou perfis no Twitter e no Facebook.

desenvolvimento
Desenvolvimento

Utilizando aplicativos PEAR

A utilização de “scripts prontos” ainda é vista com desconfiança por muitos desenvolvedores. Porém, utilizar ferramentas criadas através de um método claro e específico, como é feito pelos desenvolvedores do PEAR (PHP Extension and Application Repository), é uma prática que pode trazer grande economia de tempo. Sem contar que, como há uma equipe responsável por essas ferramentas, elas estão em constante melhoria, o que previne o aparecimento de eventuais bugs em seus aplicativos.

Existem outros sites que distribuem aplicativos em PHP de qualidade e bem documentados. No entanto, recomendo o site PEAR por ser o melhor organizado e o uso das classes PEAR por serem “partes integrantes” do trabalho da equipe do PHP. Utilizar as ferramentas distribuídas neste site (http://pear.php.net/ ) é muito simples e auxilia bastante a organização dos aplicativos criados.

Uma grande vantagem das ferramentas PEAR é que se elas tiverem dependência será sempre de uma outra ferramenta PEAR, o que facilita sua busca. Ou seja, se a ferramenta PEAR que você está utilizando precisar de um outro aplicativo para funcionar, ele será sempre um aplicativo PEAR.

Para utilizar esta estrutura faça uma busca por DB (Data Base). O resultado será alguns pacotes de manipulação de banco de dados. Escolha o pacote, veja a breve descrição do aplicativo, quais suas dependências (que, como foi dito, sempre serão de outros pacotes PEAR) e a documentação dos métodos contidos na classe, assim como as orientações de instalação – quase desnecessárias, pois basta copiar o arquivo desejado no diretório /PEAR/ previamente criado por você no servidor onde está o site.

Se for o que você necessita, basta fazer um download do arquivo com o código, descompactá-lo em seu servidor e, utilizando a documentação oferecida pelo próprio site, verificar quais são os métodos da classe contida naquele pacote que você poderá usar para solucionar seus problemas tais como autenticação ou gerenciamento de pagamentos.

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Desenvolvimento

Ferramentas de Código Aberto

Os softwares livres são uma presença constante no dia-a-dia do desenvolvedor web. Uma das linguagens de programação mais usadas para criação da estrutura dinâmica de sites é o PHP. A popularidade dessa linguagem se deve em grande parte ao fato dela ser um módulo oficial do servidor HTTP Apache, que por sua vez representa algo em torno de 50% dos servidores da World Wide Web hoje em dia. Mas não é só isso. Programar em PHP é relativamente fácil, é uma linguagem que “conversa” amigavelmente com o HTML, é orientada a objetos, é compactível com várias plataformas e, não se esqueça, é gratuita.

Uma vantagem em se usar aplicativos de código aberto é que eles estão em constante melhoria. Isso porque a filosofia por trás do software livre é justamente que ele seja melhorado e adaptado às necessidades de cada desenvolvedor. No frigir dos ovos, a maioria dos problemas que existem nessas ferramentas é solucionada antes mesmo que você pense neles. Basta manter a instalação sempre atualizada com a versão mais recente do software, que normalmente fica disponível para download nos sites oficiais. (veja exemplos abaixo)

Suponha que você precise de uma ferramenta que facilite sua vida em conexão com banco de dados. Se você é um programador terá que criar um script que faça isso. Depois terá de testar, para ter certeza que seu desempenho é condizente com a necessidade do site que você administra. Com os testes, novos bugs. Capturados esses primeiros bugs você testa a ferramenta no ar e, se o site tem um tráfego intenso, você provavelmente vai notar que o script que criou não funciona sob determinadas circunstâncias. E só então, encontrados e solucionados esses novos problemas (batamos todos na madeira), que poderiam ter causado até mesmo a perda de dados importantes, é que sua ferramenta está realmente pronta para ser utilizada. Calcule o tempo e o trabalho que isso gera.

Agora imagine se você tem na Internet um script que, testado e melhorado por desenvolvedores que se dedicam a ele, funciona perfeitamente, faz o que você precisa com uma facilidade escandalosa e ainda vem com uma série de funcionalidades úteis (tudo isso de graça, claro). Existem diversos sites que funcionam como repositório, ou bibliotecas públicas de scripts criados em PHP. O meu preferido é o PEAR (http://pear.php.net/). Alguns dos objetivos da equipe do site são: gerar uma biblioteca de aplicativos com código aberto para usuários PHP, criar um sistema de distribuição e manutenção de pacotes de código e sugerir um “padrão” organizado para a criação desses códigos.

No site do PEAR existem diversos pacotes para auxiliar na realização das mais variadas tarefas, desde manipulação de hora e data até formas de criptografia e classes para cálculos químicos relacionados com átomos e moléculas (admito que essas últimas eu não testei).

– Na próxima, leia como utilizar estes aplicativos PEAR.

Sites relacionados:

http://pear.php.net
http://sourceforge.net/
http://www.phpclasses.org/
http://directory.fsf.org/devel/

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Desenvolvimento

Domain Dialing

O aparecimento dos domínios gTLD’s e ccTLD’s permitiram que a navegação na internet se tornasse muito mais fácil e intuitiva. Afinal, é muito mais fácil do ponto de vista do usuário, lembrar de um domínio do que de um endereço iP. Esta constatação é obvia já que números não tem significado intrínseco, enquanto que nomes de domínios podem possuir significado e portanto podem ser muito mais facilmente resgatados pela memória.
A substituição dos endereços iP’s por nomes de domínios ajudou a tornar a Internet este fenômeno mundial que conhecemos.

Infelizmente esta revolução que ocorreu no mercado de domínios não foi seguida por outros mercados. Observe por exemplo o mercado de telefonia. Ainda utilizamos números telefônicos para identificar de forma unívoca um único destinatário. A utilização de números como chave de acesso na telefonia foi definida pela sua praticidade técnica, já que utilizávamos rotary dials. Esta escolha, apesar de tecnicamente prática, é um horror do ponto de vista do usuário, e criou uma gama enorme de mecanismos para ajudar os usuários a manter, resgatar e lembrar os números que lhe são úteis, como por exemplo: agendas de telefones, sistemas de auxilio a lista, páginas amarelas e etc.

Devido ao crescimento do mercado de smartphones, um novo horizonte se aproxima. Por que ao invés de usarmos números telefônicos para fazer chamadas, não utilizamos o nome do domínio como chave de acesso? Este conceito tem sido perseguido por algumas iniciativas que tem tido dificuldade de serem adotadas pelo mercado de massa já que obrigam o registro de domínios em outras extensões que não serão o domínio principal da empresa, já que na mente dos usuários, os domínios.COM é que são realmente conhecidos como os domínios principais das instituições. Além do mais, não faz sentido obrigar empresas a registrar domínios auxiliares em outras extensões, o interesse das empresas e dos usuários é usar o domínio principal da sua empresa ou organização.

Um novo aplicativo para iPhone, BlackBerry e Android, tem se apresentado como uma alternativa muito mais próxima dos interesses das empresas e usuários, o Siter.com

Caso o usuário queira ligar para a Apple, ele disca Apple.com, ele disca o domínio que a Apple divulga e que os usuários já conhecem. Caso o usuário queira ligar para a Revista Vogue, ele disca Vogue.com – A este mecanismo dá-se o nome de domain dialing.

O Siter.com quebra este paradigma do uso de números telefônicos como identificadores unívocos da outra parte, porém sem perder de vista o que os usuários e empresas querem: eles querem usar o domínio principal de seus negócios. O domínio que já é divulgado. O domínio que já é conhecido. Empresas e usuários não querem registrar domínios auxiliares para serem encontrados, querem sim, usar o seu domínio principal!

O domain dialing (patente requerida) possui inúmeros benefícios secundários, por exemplo: Uma empresa poderá registrar múltiplos telefones, debaixo de um único domínio. Este benefício, por exemplo, diminui a obrigatoriedade de divulgação de longas listas de filiais e cadeias de lojas. Além disso, a divulgação do domínio principal da empresa permite que a empresa faça branding, já que normalmente sua marca está intimamente associada ao seu nome de domínio.

O domain dialing também permite que usuários de celulares intuam facilmente qual o domínio a ser usado para discar, o que deve diminuir a dependência a listas telefônicas, agendas de telefones, listas amarelas, e todo o tipo de parafernália que foi criada para resolver uma questão técnica.

A única maneira de substituirmos a cultura do uso dos números telefônicos como chaves de acesso a outra parte é levarmos em conta a facilidade de aceitação destas iniciativas. Não importa quantas iniciativas sejam feitas para associar o mercado de registro de domínios ao mercado de telefonia. Estas iniciativas têm que levar em conta o que é mais fácil e lógico do ponto de vista do mercado de massa e dos usuários.

infraestrutura
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DNS e DNSSEC for dummies continuação 2

DNSSEC

A estrutura hierárquica de resolução de nomes, onde um DNS aponta para outro DNS possui um problema intrínseco de segurança. Imagine a hipótese que um provedor de acesso capture uma querie para resolução de um nome e inadvertidamente responda com um endereço errado de onde o site esteja hospedado. Neste exemplo, você poderia solicitar no seu navegador o site www.Itau.com.br e o provedor forneceria www.brasdeco.com.br, ou pior, um site phishing, que simula o site do banco Itaú.

Um dos maiores problemas desta hipótese é que realmente seria impossível identificar que o provedor de acesso fez isso. Portanto, para dar segurança a estrutura de resolução de nomes a IETF (Internet Engineering Task Force) criou uma extensão do uso atual do DNS denominado DNSSEC.

A extensão DNSSEC autentica as informações do DNS e garante que estas informações são autênticas e íntegras. Sua adoção depende de cada Top Level Domain. O Registro.br, responsável pela administração dos domínios .BR já começou a permitir o registro de domínios com o DNSSEC para algumas extensões como: .BLOG.BR, .ENG.BR e etc.

O mercado aguarda a liberação do uso do DNSSEC para a extensão .COM.BR, de longe a mais utilizada no país. O mercado bancário e financeiro devem ser os primeiros a aderir ao DNSSEC e devem solicitar para que as empresas responsáveis pela sua hospedagem façam esta implementação extra de segurança.

Sobre o autor
Ricardo Vaz Monteiro é diretor do Nomer.com, primeira empresa credenciada à ICANN na América Latina, ICANN Fellow e autor dos livros Escolha seu.com e Google Adwords A arte da Guerra.

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DNS e DNSSEC for dummies (continuação)

A estrutura do banco de dados DNS é distribuida e hierárquica e equivale a uma árvore invertida, ou seja, existe um servidor principal que aponta para um secundário que aponta para um terceiro e assim sucessivamente. O servidor DNS que está no topo da Internet é o SERVIDOR RAIZ.

Servidor Raiz

O servidor Raiz da Internet possue uma tabela que indica qual DNS será responsável pela resolução dos domínios para cada extensão de domínio (Top Level Domain) diferente. A tabela em si é muito pequena, possui apenas uma entrada para cada Top Level Domain existente. Os Top Level Domains são de dois tipos: gTLD’s (Generic Top Level Domains) domínio genéricos usados no mundo todo, ou ccTLD’s (Country Code Top Level Domains) extensões de domínios administrados pelos países.

Por exemplo: todos os domínios terminados em .COM serão respondidos pelos servidores da VeriSign, .BR serão respondidos pelos servidores do Registro.br e assim sucessivamente. Cada gTLD ou ccTLD tem apenas uma entrada neste banco de dados.

Por segurança, o servidor raiz foi replicado em 13 servidores raizes diferentes espalhados pelo mundo e 2 vezes ao dia seu conteúdo é automaticamente replicado.

Foi convencionado que cada servidor raiz seria chamado por uma letra do alfabeto (Servidor A, Servidor B e etc…). Mesmo um determinado servidor raiz, o SERVIDOR RAIZ A, por exemplo, pode ser replicado em várias regiões do mundo, para assegurar que o tempo para a resolução de um domínio seja rápido (baixa latência).

Bem, então na verdade existem 13 servidores raiz principais e dezenas de cópias espalhadas pelo mundo. Veja na imagem abaixo a plotagem dos servidores raizes e suas cópias em funcionamento no mundo.

Os grandes provedores de acesso e empresas de Telecomunicações arquivam em seus caches (mémória temporária) a tabela dos servidores raiz, portanto, a cada e-mail enviado ou site visitado os servidores raiz NÃO É OBRIGATORIAMENTE consultado. Na verdade o volume de consultas a estes servidores é muito pequeno já que sua tabela é alterada apenas quando um novo top level domain é criado. Quem realmente processa o maior volume de queries para resolução de nomes, são os servidores dos TLD’S (Top Level Domains).

Por exemplo: Um servidor raiz normalmente recebe 500 queries por dia… porém os servidores da VeriSign (responsável pela resolução dos domínios .COM) recebem bilhões de queries diariamente.

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