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Novos Negocios

Intranet – Conhecimento compartilhado e otimizado

Com o avanço da tecnologia a maior parte das empresas além da Internet tem acesso também a Intranet que nada mais é do que uma rede de comunicação privada.

Porém uma grande parte destas empresas não se utilizam plenamente das possibilidades das intranets como ferramenta de desenvolvimento da gestão do conhecimento corporativo.

Uma das grandes vantagens das intranets é a possibilidade de se compartilhar informações em tempo real por diversas unidades de negócios e também entre a empresa e os clientes/fornecedores.

Devido aos crescentes problemas de segurança (vírus, Hackers, crackers. . .) as intranets também se desenvolveram até um novo patamar designado VPN (Virtual Private Network – Redes privadas) aonde há uma série de medidas de segurança e criptografia da informação.

Portanto mais do que ter uma intranet devemos é pensar nas amplas possibilidades que as mesmas nos oferecem tais como:

– Padronização de processos internos: com a disponibilização dos procedimentos internos na intranet possibilitando que todos tenham acesso possam se atualizar sobre os mesmos,

– Comunicação corporativa: através de newsletters e clippings sobre a empresa e os diversos departamentos da mesma, o segmento e os produtos (reduzindo o acesso dos colaboradores à Internet e possibilitando que todos tenham um melhor conhecimento sobre a empresa e o ambiente que a cerca,

– Compartilhamento de informações e arquivos: disponibilizando pastas de intranet aonde planilhas e arquivos podem ser arquivados e acessados por diversos departamentos (reduzindo-se o número de e-mails e possibilitando acesso on line para as informações),

– Portais corporativos de colaboração entre fornecedores / clientes e a empresa: utilizando-se ferramentas de EDI (Eletronic Data Interchange – troca eletrônica de informações) podem ser efetuados: o monitoramento de pedidos de vendas, gestão de pedidos, gestão de estoque no cliente , melhoria de processos logísticos…

– Treinamentos on-line (E-learning) : através da disponibilização de ferramentas de e-learning na intranet a empresa pode otimizar atividades como integração de funcionários, treinamento de funcionários em novas atividades, treinamentos sobre novos produtos e processo, atualização sobre legislações pertinentes para as atividades empresariais,

Portanto o desafio efetivo é otimizar o uso das tecnologias de rede propiciando maiores ganhos nas atividades corporativas e um melhoria do ROI ( Return over investiment ) de IT da empresa.

Espero que estes poucas sugestões possam ser úteis para uma melhor gestão do conhecimento.
Boa Sorte e Sucesso !

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Webdesign

Desvalorização

“Site rápido com 5 páginas por apenas R$ 200,00”

Anúncios como esse são muito comuns atualmente devido à grande procura pelo serviço de Web Design. Pessoas querem um site do dia pra noite, sem se preocuparem com nenhum aspecto importante e sem se preocuparem com o profissional que irá contratar. É aquela história de sempre “meu sobrinho entende de internet e pode fazer um site pra mim muito mais barato do que você está propondo”.

Não culpo essas pessoas, não devemos culpa-las, afinal elas não tem as informações necessárias para que procurem um serviço de qualidade e um profissional engajado do começo ao fim do projeto.
Acredito que os “profissionais” que se submetem a esse tipo de serviço tem mais culpa do que as pessoas que os procuram. Não dão valor ao que estudaram e nem às horas que vão gastar para a realização do trabalho.

Os verdadeiros profissionais, designers, devem instruir o seu cliente. Mostrar o quão importante é o seu trabalho e como esse investimento será importante para a sua empresa. Sobrinhos geralmente não tem noção de tipografia e nem de estudo das cores, por exemplo. Parece mero detalhe, mas sabemos que no conjunto final, essas percepções formam um trabalho bem feito e que trará resultados muito melhores.

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Será que a regulamentação acabaria com essa desvalorização?
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, no mês de março deste ano uma proposta que regulamenta a profissão de designer. Atualmente o projeto de Lei se encontra na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Saiba mais sobre o projeto aqui.

Com regulamentação da profissão, essa concorrência desleal com os “sobrinhos” iria diminuir. O cliente, ao contratar um Designer, regulamentado, teria mais segurança e mais certeza de que terá um bom resultado.

Por outro lado, com a regulamentação, muitos designers que não possuem nenhuma faculdade, mas que aprenderam sozinhos e desenvolvem um excelente trabalho, seriam desvalorizados.
Nesse caso, como acabar com a desvalorização? Regulamentar ou não? Designers, vale a pena refletir.

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Desenvolvimento

Conheça o Espresso

Pra quem usa Mac, o Espresso é uma excelente opção para criar seus sites

Para quem é webdesigner ou até mesmo programador back-end sabe que, processadores de texto e editores de código, quando muito simples, torna o trabalho de “codificação” cansativo e repetitivo, quando não há algo automatizado para nos ajudar com códigos repetitivos. A criação de um documento HTML por exemplo: Não faz sentido escrevermos toda vez a estrutura básica, etc, sendo que todos os documentos desse tipo terão essa estrutura. 


Isso de fato, já foi resolvido há um bocado de anos. Muitos softwares já criam e auto completam códigos assim que você começa a escrever, entre outras grandes funcionalidades como sincronização com FTP, busca e ferramentas de reescrita e análise de sintaxe.

Quem usa mac, já deve ter acostumado com a interface intuitiva e os apps integrados do sistema. Que tal um software para criar sites com um visual intuitivo e interface amigável? Sim, ele existe e se chama Espresso. O software de edição da MacRabbit que além de muito bom e completo é realmente viciante.

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Por dentro do Espresso

Quando você inicia o Espresso, ele exibe uma pequena janela listando seus projetos. Ao criar seu primeiro projeto no Espresso, ele irá conter dentro do mesmo, todos os arquivos que você irá precisar para seu site. O modo como ele cria os projetos e os organiza é sensacional. Você quem decide a pasta dos projetos.

Janela inicial do espresso. Você pode modificar as cores das pastinhas de seus projetos, afim de diferenciá-los.

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Programando…

Após aberto, ele exibirá a tela de programação. Simples, direta e intuitiva. Na barra lateral, a listagem fácil de seus arquivos. Além disso, ela é drag&drop, ou seja, você pode arrastar arquivos para seu projeto, que ele copia automaticamente.

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Fazendo uma busca

No Espresso, basta um Command + F para iniciar sua busca. Ele é tão rápido quanto o Spotlight e destaca em amarelo o resultado selecionado e em branco, os resultados relacionados.

Finalizações

O Espresso conta com um eficiente analista de sintaxe e detecta imediatamente a linguagem que você está programando.
O Espresso é exclusivo pra mac e testá-lo é obrigatório. Você pode baixar uma versão trial direto do site da MacRabbit. O valor do software é de US$75,00, bem mais barato que os demais softwares de edição concorrentes.Vale a pena testá-lo e ter uma nova sensação para programar.

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Comunicação Web

Eventos são fonte de conhecimento.

Trocar informação nos faz crescer, nos faz aprender, nos faz ganhar força para continuar nossos caminhos. Tenho contato com profissionais da área de design e outros de interesse como web designers, programadores, fotógrafos, arquitetos, ilustradores, artistas e geralmente estamos trocando informações. Estamos divulgando e contribuindo para o nosso crescimento e consequentemente para o crescimento do design no Brasil.

Estive em outubro em dois eventos que achei muito bom. O Pixel Show e o Seminário Digital Update. O primeiro voltado para a criação, para o design on-line e off-line e o segundo mais técnico. Ambos de muito valor. As funções destes eventos são de divulgar, de passar informação adiante, de apresentar tecnologias, de mostrar soluções, enfim de fazer crescer e valer nossa profissão. Eu pelo menos assimilei muitas informações, vi e acreditei em nosso potencial. Fiquei surpreso com a qualidade dos designers palestrantes do Pixel Show.

Além de adquirir bastante informação, o fato de você estar “em contato” com profissionais que dedicaram o tempo para estar ali e passar um pouco de seus conhecimentos, de mostrarem seus designs, suas idéias, suas formas de criação, em equipe ou individual de mostrarem o making off de seus trabalhos. Outros de apresentarem novas tecnologias e soluções importantíssimas para conceber as “divinas” criações com qualidade, nos faz acordar e ver que não podemos ficar parados, que existe sim um caminho, existe sim a luz no fim do túnel. . . Acho essa forma de passar informações muito construtiva e que cada um de nós tem que fazer sua parte para o crescimento coletivo e claro o crescimento individual.

Outra forma de adquirir conhecimento é através dos cursos de curta duração que nós mostra de forma prática, rápida e objetiva conhecimentos, mas esse assunto fica para próxima coluna.

Parabéns para os organizadores dos eventos citados e outros eventos dos quais não participei mas que contribuíram para o crescimento do mercado.
Parabéns aos palestrantes e empresas que mostraram seus valores, as associações que filtram, divulgam informações e enriquece as profissões.

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Webdesign

A arte do design.

Gostaria de fazer uma comparação entre arte e design. Não tenho objetivo de levantar polêmica e sim de conscientizar que um projeto de web ou um projeto gráfico requer conceito, informações técnicas para a finalização com qualidade, requer muito conhecimento e criatividade…muita criatividade. Já ouvi muitos designers, ou pessoas que se dizem ser designers, que design não é arte porque não é forma de expressão, porque tem vários pré-requisitos para o desenvolvimento do design, da imagem, da comunicação visual. Que é preciso pensar na campanha publicitária por um longo período , que o público alvo é assim ou assado. Bom, eu particularmente discordo dessa idéia de que por conta de um planejamento, restrições e briefing que nós designers temos que seguir, dizer que design não é arte. Para mim quando crio um layout, ou para o universo web ou para a indústria gráfica utilizo os conceitos técnicos junto com elementos artísticos.

Voltando no tempo, a partir do século XV. Artistas renomados eram contratados pelas famílias nobres, ou governantes para realizarem pinturas (retratos) e esculturas, enfim, criarem obras de arte. Dessa forma era um serviço contratado. O artista contratado, dependendo do serviço, passava um orçamento. Possivelmente, em determinados casos, contratava outras pessoas para lhe ajudar como o especialista em pintar céu, outro especialista em retratar tecido, outro mestre na alquimia das cores. O artista (contratado) tinha um prazo para entrega, ele tinha que pintar um tema coerente com o pedido e claro com aprovação de seu cliente. Suas ferramentas eram pincel, tintas. Criava os personagens, os cenários, fazia estudo de cor. E o resultado final ninguém tinha dúvida que era uma obra arte.

Nós designers trabalhamos da mesma forma. Somos contratados por um cliente que solicita um serviço onde temos que criar e conceber, ou seja “dar vida” ao pedido. Muitas vezes temos que contratar outras pessoas, os freelancer, para contribuir com a concretização, qualidade ou prazo do serviço. Utilizamos ferramentas também como os artistas de antes, mas o pincel e outras ferramentas usadas trocam de nome para os Photoshops, Illustrators, Flashs, e porque não as linguagens como CSSs, Htmls, Actions Scripts, enfim temos que ter conhecimentos técnicos mas nunca podemos perder a criatividade, perder o conceito, temos que ser verdadeiros artistas.

Talvez em alguns casos onde o cliente faz o pedido, onde somos cercados pelas informações do briefing, onde não podemos criar livremente não seja a maior e melhor expressão de arte, mas mesmo assim ainda é arte. Se arte é forma de expressão e se várias obras de arte foram concebidas com todas normas e exigências, acredito que muitas vezes o próprio autor dessas obras não puderam usar todas suas formas de expressão pelo fato de ser uma demanda, com nós designers, ocorre a mesma coisa, não podemos usar sempre toda nossa forma de expressão por limitação do briefing, ferramentas ou tecnologia, mas tenho certeza que os melhores trabalhos de design tem muita criação e expressão artística.

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Marketing Digital

Para tornar seu site mais vendável – Parte 2

Para tornar o site mais vendável – 2
(Mais 8 dicas para melhorar a performance do seu site)



9) BookMark:

Peça aos seus visitantes que marquem a sua URL no navegador deles para futuras visitas.
É outra boa forma de “lembrar” as pessoas que você existe e está disponível.

10) Página Inicial:

Peça ao visitante que torne sua página, a inicial de seu navegador.

11) Newsletter ( Matérias periódicas ):

Publique as suas próprias matérias.
Mantenha newsletters e fóruns de debates em suas páginas.
12) Propaganda:

Faça propaganda paga em outros sites, normalmente os custos são menores que uma publicação
em meios tradicionais (Revistas, jornais, TV, Rádio), os resultados são bem satisfatórios.

13) Fique numa melhor colocação em sites de busca:

Existem ferramentas no mercado específicas para te ajudar a alcançar mais rapidamente o topo das páginas de índice.
Alguns índices chegam mesmo a cobrar uma pequena taxa para já cadastrá-los nas primeiras páginas.

14) Marketing de Rede:

Implemente um programa de marketing de rede (algo parecido com AVON, Tapeware, Amway)
e dê uma comissão sobre vendas e indicações os participante do programa.
Deste modo você cria uma rede de vendas a um custo muito baixo.

15) Press Releases (Divulgação para a imprensa):

Mantenha contato com acessórias de imprensa de (Jornal do bairro, Revistas da região), e informe que seu site está no ar.
Escreva uma matéria para divulgação, informando: Data de lançamento do site, tipo de conteúdo.

16) Compre data-mails:

Na maioria das cidades, existem associações comerciais e industriais, que fornecem o banco de dados de seus associados
para campanhas de divulgação de produtos específicos, criando assim uma melhor aceitação da mensagem recebida.
Normalmente, uma mensagem indesejada é considerada spam, podendo gerar o efeito contrário do desejado.
Muito cuidado ao comprar um data-mail, tenha certeza de que a procedência é autorizada e foi adquirida de forma lícita.

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Marketing Digital

Para tornar seu site mais vendável – Parte 1

Para tornar o site mais vendável – 1 (Algumas dicas para melhorar a performance do seu site)


Existem alguns macetes para melhorar a performance do seu site. Muitos deles, não utilizamos no site por simples distração. Relacionei uma lista com 8 tópicos de dicas que ajudarão você, de maneira segura, a divulgar melhor o seu site.


1) Definir as Meta TAGS corretamente:
• Keywords
• Description
• Author

2) Cadastre-se nos sites de busca:

• Google
• Yahoo!
• Radar Uol
• Zoom

3) Utilize o mundo real para tornar a URL conhecida:
Apesar de sabido que o melhor lugar para divulgar o site seja a própria internet,
tenha o endereço no maior número de peças impressas possível.
Por exemplo: Cartões de visita, Camisetas, Bonés, Canetas, Papéis Timbrados, Embalagens, etc.


4) Padronize seus e-mails e assinaturas eletrônicas:

A maioria dos programas de envio/recebimento de E-Mails possuem o recurso de assinatura digital ou papel de carta.
Crie a sua assinatura e coloque em todo e qualquer E-Mail que enviar.


5) Banner Exchange (Intercambio de Banners):

Com certeza você conhece empresas ou pessoas que possuem sites, cujos conteúdos não conflitem com o seu,
eles serão ótimos parceiros para efetuar uma troca de banners. Você divulga o seu banner na página do “amigo” e ele
na sua.

6) Participe de fóruns de discussão:

Participe de fóruns de debates e listas de discussão que permitam o envio de sua assinatura digital. Um único E-Mail remetido para estas listas pode significar a exposição da sua URL para milhares de pessoas.


7) Faça promoções:

Crie concursos on-line e ofereça um brinde como prêmio ao ganhador.
As pessoas gostam de desafios e da perspectiva de poder ganhar alguma coisa por mais simples que seja.

8) Links:

Tenha uma página de “meus links favoritos” e peças a outros webmasters para trocar um link com você.
Você pode também criar uma espécie de classificados on-line cujo preço do anuncio é um link no site deles para o seu.

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Comunicação Web

Você ainda Duvida que a Internet traz resultados Reais? #KItal alguns Números?

Sou como São Tomé, só acredito vendo!

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É para você mesmo esse post, resolvi reunir vários números que comprovam que esse mito de Virtual x Real é falso.

O que acontece aqui, acontece aí.

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Então vamos aos números:

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Em fevereiro desse ano, a IAB Brasilem parceria com comScorefez uma pesquisa que buscou compreender a audiência online no Brasil, suas percepções e atitudes em relação a publicidade online.
A amostra teve 2.075 participantes e a margem de erro é de +/- 2,15 pontos.
Nosso comportamento tem mudado e muito, o que você acha por exemplo dessa citação que consta na página 10 da pesquisa:

O uso da Internet já supera o uso de jornal pela manhã e o de TV à noite

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Artigo original: http://www.kimarketingdigital.com.br/curiosidades/voce-ainda-duvida-que-a-internet-traz-resultados-reais-kital-alguns-numeros

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Novos Negocios

Vontade Real do Cliente X Criação Final

Olá, vamos falar um pouco sobre a distância que se observa muitas vezes entre a criação final do website e a vontade real do cliente.

O assunto é delicado, pois passa pela dificuldade humana em expressar de maneira objetiva uma idéia subjetiva, afinal, se trata de criação intelectual e portanto pessoal.

Contudo, não podemos perder de vista que o contratante da criação do website também tem uma idéia subjetiva do que gostaria que fosse a criação final e que essa criação tem que se aproximar ao máximo dessa idéia do cliente, posto que é a ele que queremos agradar quando nos propomos a expressá-lo na Internet.

Complicado não? Captar o desejo do outro e ainda expressar o que se tem em mente…

O tema mostra-se importante na medida em que a questão relativa à vontade das partes numa contratação é da máxima importância já que se trata de elemento essencial do contrato.

Em definição simplista, o contrato é o acordo de vontades tendente a realização de um negócio jurídico. Assim, esse acordo de vontades deve ser bem puntuado e delimitado na redação do contrato.

Mesmo assim, não basta tentar expressar e objetivar essas idéias subjetivas na redação do contrato.

É claro que ele será um instrumento importante, mas deve prever as formas de comunicação e de aprovação dessas idéias, visto que dispõe o Código Civil em seu art.112 que “nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.”

Às vezes, a parte contratada cria algo que não atende às expectativas da parte contratante, senão em termos de funcionalidade, em termos de visualização final do trabalho.

E isso torna a relação problemática, senão por uma possível quebra contratual, pela deterioração da imagem de quem realizou a criação. E esse, não é o objetivo de nenhuma das partes na contratação, não é mesmo?

Isso sem contar se outro conflito não tiver que ser administrado, o da “síndrome da criação”, em que o profissional se apega a sua criação e não aceita sugestão de modificação em seu trabalho, o que não pode ocorrer em hipótese alguma, visto que se trata da execução da imagem do cliente na web e não apenas de uma “obra de arte”, embora a lei enquadre a criação de website como criação intelectual.

Apenas exemplificando, vamos imaginar a Camisaria Mister Rich (nome fictício), essa empresa fabrica camisas sob medida, e sua produção se dá nos moldes de antigas alfaiatarias, cujo preço por tal exclusividade acompanha a riqueza na confecção, ou seja, as camisas são cortadas e costuradas segundo as medidas de cada cliente.
Com esse perfil de negócio, tal empresa deseja sua inserção na web buscando mais uma maneira de se relacionar com seus clientes e ampliar a visualização de seus serviços, pretendendo cativar um novo alvo de consumidores mais jovens, com alto poder aquisitivo e acostumados à compra de roupas prontas, mas que buscam algo exclusivo que os destaque.

Ocorre que a agência e/ou profissional contratado para a criação deste website cria algo em tom sóbrio, usando fonte rebuscada e sem uma área de relacionamento com cliente, quando na verdade o cliente desejava fugir completamente da idéia de conservadorismo e não queria um website que fosse meramente institucional, mas sim passar a idéia de uma empresa moderna que atende a um público exigente, mas não necessariamente conservador.

Provavelmente este trabalho irá gerar conflito entre as partes, pois o cliente ficará insatisfeito e o trabalho retornará à agência e/ou webdesigner inúmeras vezes, assoberbando-o e onerando a agência contratada, sem contar que poderá gerar uma quebra de contrato, na medida em que o trabalho possuir características diversas daquela pretendida pela parte contratante.

Mas, como evitar esse tipo de conflito e diminuir a distância entre essas idéias subjetivas.

Primeiro, adotando postura transparente com o cliente, na elaboração das propostas comerciais, atendendo ao princípios de probidade e boa-fé contratual insertos no art.423 do Código Civil.

Segundo, explicitando em contrato as etapas da criação, atrelando a consecução dessas etapas à aprovação do cliente ou de seus prepostos.

E terceiro, usando extensivamente as possibilidades tecnológicas de relacionamento com seu cliente (por exemplo, no uso de extranet) para que ele esteja sempre a par da execução dos trabalhos, certificando-se de que seu aval seja dado em todas as etapas conforma acima sugerido.

Certamente, como já ouvi algumas vezes, alguns profissionais dirão: mas eu vou desenvolver primeiro o trabalho, para depois saber se o cliente gostou e somente então contratar??

Pelo contrário, você deve adotar postura transparente desde o início, com contratação inicial por escrito, segundo as regras de direito próprias da relação jurídica, prevendo o acompanhamento dos trabalhos por meio de tecnologia, descrevendo as etapas de evolução desse trabalho, cuja aprovação será dada constantemente pelo cliente.

Tenho certeza de que a imagem da agência e/ou profissional de criação será fortalecida, não havendo desgaste contratual sob alegação de execução em desacordo com o contrato.

Mais uma vez, espero ter ajudado a esclarecer um pouco mais como uma boa contratação pode ajudar na realização de um bom negócio.

Um abraço e até a próxima edição.

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Novos Negocios

Registrando o domínio do seu cliente

Olá, há algum tempo atrás, comentei em um dos artigos publicados acerca do registro de domínio que costuma ser oferecido concomitantemente à criação do website.

Nada impede que se queira oferecer um amplo pacote de serviços, especialmente se isso significa uma maior vinculação do cliente a sua empresa.

Contudo, não pode passar desapercebido, que são atividades distintas que implicam em responsabilidades próprias que não se confundem.

A aquisição de um domínio não está vinculada à criação de website, exceto pela função social que deve exercer o domínio, posto que não se presta exclusivamente à especulação, antes deve ter utilidade àquele que o requer.

A lei, no que diz respeito à inserção na web, ao contrário de alguns tipos de negócios jurídicos não exige o cumprimento de nenhuma formalidade – como na aquisição de um imóvel em que se deve proceder ao registro no cartório imobiliário competente, ou na constituição de empresa em que se requer o arquivamento de seus atos constitutivos na Junta Comercial do Estado.

Se o endereço na web não está vinculado a nenhum subdomínio – como por exemplo www.wrodrigues.adv.br/subdomínio – a única formalidade a ser cumprida diz respeito ao registro de domínio, afinal não digitamos uma seqüência numérica (IP) em busca de um endereço na web, mas sim buscamos textualmente por aquilo que procuramos.

E é exatamente porque procuramos textualmente por aquilo que nos interessa que o registro de domínio requer alguma atenção.

Vejamos; por se tratar de palavra ou texto é certo que não deve ser confundido com nenhum nome comercial ou o que é pior com marca registrada no INPI.

Por isso mesmo, já deu pra perceber que se você proceder ao registro de um domínio para seu cliente deve assegurar-se de não colocá-lo em situação que o comprometa legalmente em relação ao mercado, causando confusão entre marcas ou nomes comerciais de outras empresas ou organizações.

Apenas a título de exemplo, sempre lembro de um caso em que dois sócios de duas empresas diferentes passaram meses trocando farpas por e-mail quando descobriram que possuíam registros de domínios muito parecidos, apenas com uma sílaba de diferença e que disputavam, por uma questão de fluxo na Internet, um terceiro domínio que estava disponível, também muito parecido com seus domínios originais.

A princípio, ambos pensaram se tratar de má-fé, e de que a outra empresa havia adquirido o registro de domínio para cedê-lo por preço abusivo posteriormente.

Com o tempo, foram percebendo que estavam a debater-se por um erro que nunca seria sanado fora do Judiciário, e o que é pior, não sem mover ação contra o INPI, já que ambas as empresas haviam feito corretamente pedido de registro para a mesma marca junto ao órgão, que publicou um dos pedidos de marca com incorreção, gerando a confusão, já que a empresa que fez o requerimento por último não tinha em nenhuma de suas buscas qualquer resultado que a impedisse de obter tal marca.

O detalhe, as duas empresas teriam que demandar suas perdas no Rio de Janeiro que é sede do INPI, sendo que suas sedes ficavam em outro estado.

Dentro das regras do bom senso, entenderam ambos os sócios que melhor seria encontrar um meio termo. Assim, a empresa mais nova no mercado e que por último requereu o registro de marca ganhou um ano e meio de prazo para adequar-se a um novo nome comercial, marca e domínio, sem sofrer nenhum tipo de constrangimento por parte da outra empresa, inclusive com direcionamento do fluxo de seus clientes na Internet durante esse período.

Aí eu pergunto: se seu cliente tivesse perdido judicialmente tal domínio e marca, contra quem ele iria demandar, contra o INPI ou contra você?

Diante disso, certamente fica a pergunta: como proceder a esse registro com segurança?

Bem, aí vão algumas dicas:

Primeiro, procure fazer uma busca prévia dos demais domínios já registrados para o mesmo texto que seu cliente pretende, mesmo em outros níveis de domínios (.adv, .pro, .org, etc) no Brasil e no exterior (.com ou .net). Afinal, seu cliente tem o direito de saber com quem eventualmente dividirá o fluxo de usuários quando ocorrerem erros de digitação dos internautas.

Segundo, faça uma busca prévia de nomes comerciais na Junta Comercial do Estado e no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas, para saber se trata-se de algum nome comercial já existente no mercado.

Terceiro, proceda à busca junto ao INPI para saber se o texto ou palavra pretendida não se trata de nenhuma marca já registrada, visto que dispõe o § 1º do art.º 1º da Resolução nº.: 02/2005 do Comitê Gestor Internet que “constitui-se em obrigação e responsabilidade exclusivas do requerente a escolha adequada do nome do domínio a que ele se candidata. O requerente declarar-se-á ciente de que não poderá ser escolhido nome que desrespeite a legislação em vigor, que induza terceiros a erro, que viole direitos de terceiros, que represente conceitos predefinidos na rede Internet, que represente palavras de baixo calão ou abusivas, que simbolize siglas de Estados, Ministérios, dentre outras vedações”.

Assim, entende-se por desrespeito à legislação em vigor, dentre outras práticas, a violação à marca de terceiro, nos termos dos incisos IV e V do art.195 da Lei de Propriedade Industrial, o qual dispõe:

Art.195 – “Comete crime de concorrência desleal quem:
(…)
IV – usa expressão ou sinal de propaganda alheios, ou os imita, de modo a criar confusão entre os produtos ou estabelecimentos;
V – usa, indevidamente, nome comercial, título de estabelecimento ou insígnia alheios (…)”

Ou seja, sendo a marca o sinal distintivo usado para distinguir produto ou serviço, o uso indevido de marca registrada constitui crime nos termos do artigo 195 da Lei de Propriedade Industrial, não parecendo razoável que se proceda ao registro desse mesmo nome como sendo de domínio.

Afinal, isso seria colocar seu cliente em situação de desvantagem ao invés de proporcionar a ele uma boa experiência em sua inserção na web.

De qualquer maneira, a questão da escolha e do registro do domínio deve ser amplamente discutida com o cliente visando delimitar e dividir eventuais responsabilidades pelo registro.

Por fim, a última dica é anexar todas as buscas efetuadas ao contrato com o cliente, junto com um termo de ciência quanto às diligências efetuadas. Isso, para salvaguardar sua empresa de desagradáveis surpresas, pois elas podem efetivamente ocorrer.

Fica aí o alerta e algumas dicas. Por isso, quando oferecer um pacotão, incluindo registro e criação, diferencie bem um do outro no contrato, anexe as diligências efetuadas e um termo de ciência de seu cliente. Tenho certeza de que ele se sentirá mais seguro de sua transparência e você também, não é?!

Abraço e até a próxima edição.

Dra. Monica W. Rodrigues

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