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Comunicação Web

A importância das cores na nossa vida

Como todos devem saber a vida sobre a terra depende do sol e da luz.
Sem luz não haveria vida.No momento em que a vibração de uma ou mais cores vai de encontro às células corporais acontece uma ressonância, que é de suma importância, e é por intermédio deste eco que podemos influenciar positivamente a nossa saúde.

Toda vibração colorida que é projetado em nosso corpo acarreta reações muito profundas.O nosso campo de energia, ou aura, é como um manto que se modifica constantemente conforme os nossos pensamentos e emoções e/ou o nosso estado físico.

Qualquer forma de vida depende da existência da luz e da energia das cores.

Depende somente de nós restabelecer um organismo ou mente em desequilíbrio, através das vibrações das cores. Isto pode ser feito pela aplicação, pela visualização, pela meditação e também pelos alimentos que ingerimos.

Para provar isso um cientista alemão, Lichtenstein,criou a seguinte
experiência: Ele, Lichtenstein, se alimentou durante uma semana somente com produtos brancos, como farinha branca, clara de ovos, queijo branco, etc. Ao fim desta semana apareceram cólicas e catarro intestinal que, após três dias com alimentação multicolorida desapareceu. Isto mostra que a carência de cores leva a uma lenta insuficiência das funções normais do nosso organismo e por isso é de grande importância que também a nossa alimentação seja a mais colorida possível para proporcionar saúde e bem-estar.

Como podemos ver a luz e as cores são tão importantes como o ar que respiramos e é importante termos consciência deste fato no nosso cotidiano. Não existe nada melhor do que observar o nascer do sol de manhã ou o por do sol à tarde, com toda a sua gama de cores quentes e vitalizantes. A luz, as cores, as flores e as plantas em geral são dádivas que a Mãe Natureza nos oferece gratuitamente, dando-nos todas as dicas, querendo nos ajudar. Compete à nos ficarmos atentos e viver de acordo com o que ela nos oferece e, acima de tudo, respeitá-la e amá-la.

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Novos Negocios

Gerenciamento de crises nas mídias sociais

Todos já vivenciaram uma crise. Grandes ou pequenas empresas sempre estão sujeitas a enfrentar dificuldades. Com o advento das mídias sociais, as crises podem surgir a qualquer momento e de onde menos se espera.

Com os diversos canais que as redes sociais oferecem a mudança do consumidor como receptor de para difusor de conteúdo levou a dispersão rápida de mensagens em grandes proporções. O conteúdo, real ou não, que antes era abafado e contornado com pouco esforço, hoje é exposto em segundos para milhões de usuários com vez e voz próprias. Isso significa que as organizações não estão mais no controle, podendo ser expostas a comentários negativos a qualquer momento. E comparados a vírus, esses comentários se multiplicam rapidamente.

Como resultado, as inovações não trazem somente o lado bom, mas também expõem marcas, produtos e empresas a novos conflitos não imaginados.

Pensando nisso elaboramos algumas dicas de preparação para momentos difíceis e como tratar o gerenciamento nas mídias sociais.

1) Monitorar sua marca ou empresa

Em vez de esperar que a crise faça seus estragos, antecipe-se utilizando alguma ferramenta de monitoramento de mídias sociais. Com esse tipo de acompanhamento, as organizações ficam menos expostas, acompanhando em tempo real o que os clientes dizem e/ou esperam da sua marca e, consequentemente, é menor a exposição negativa da imagem.

2)Tenha um plano

Faça um levantamento de todos os tipos de situações negativas que sua empresa pode se envolver e prepare respostas. Defina qual o papel de membro da equipe em possíveis cenários de crise. Faça um plano de ação e contenção com esses levantamentos.

3) Faça treinamentos

Uma vez com o planejamento em mãos é necessário treinar sua equipe. Somente assim todos poderão aprender melhor quais as situações que a empresa pode enfrentar e o que na prática. Certifique-se de que todos estão envolvidos. A fase de treinamento também é uma ótima oportunidade para testar se o plano de ações e/ou contenções está totalmente correto ou necessita de ajustes.

4) Insista constantemente na sua comunicação

Sua equipe de comunicação e sua equipe de gerenciamento de crises devem estar total sintonia. Não podem existir quaisquer tipos de barreiras na comunicação entre as duas. A última coisa que você precisa é que o processo não flua por falta de comunicação.

5) Entenda que sua empresa não é o centro do Universo

Procure ver que os momentos ruins não estão acontecendo somente com sua empresa. Muitas podem estar passando por situações parecidas e se saindo melhor. Procure entender o porquê? Coloque as coisas nas perspectivas de situações difíceis: nada tem tanto impacto quanto sua equipe supõe. Livrando-se da insegurança e pensando com clareza evitaremos tempo e energia.

6)Reconhecer seus erros

As crises sempre trazem um ponto magnífico. A oportunidade de perceber suas fraquezas e retirar delas aprendizados importantes para se aperfeiçoar. Admitir suas falhas e procurar repará-las é muito mais lucrativo do que negar o erro e dificultar a saída da crise, e de quebra, não contribui em nada para o seu crescimento.

7) Seja claro e transparente

Todo relatório, gráfico, plano de ação, enfim, todo tipo de informação, além de útil deve ser de clara compreensão para todos. Seja verdadeiro e autêntico. O contrário disso, a falta de honestidade e/ou o silêncio amplificam a repercussão das crises.

8) A Internet não esquece…

Mesmo grandes empresas ou marcas que passaram por grandes crises e deram a volta por cima deixam seu rastro digital pela rede. Se sair bem não apaga a situação complicada que passou. Novos consumidores entram no mercado todos os dias e frequentemente encontraram vestígios de situações passadas e como sua empresa lidou com a crise e se posicionou frente aos consumidores.

Esse pequeno texto tem o objetivo de mostrar que a melhor maneira de lidar com crises é investindo em planejamento estratégico, objetividade, transparência e coerência. Situações de desconforto muitas vezes são inevitáveis, mas podem trazer insights e benefícios jamais imaginados. Tempos de crises são inevitáveis, mas com todo recurso que se tem hoje, nunca foi tão fácil controlá-las.

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Desenvolvimento

Como escolher entre um Layout Mobile ou um Layout Responsivo?

Até pouco tempo atrás a grande preocupação ao se desenvolver um portal, um site empresarial ou até mesmo um blog pessoal, era garantir a compatibilidade do código com versões mais antigas do Internet Explorer. Com a crescente utilização de smartphones e tablets uma nova questão surgiu, fazer como que seu site seja visualizado corretamente nas plataformas mobile.

Um novo paradigma de desenvolvimento surgiu, a criação de layouts responsivos. Porém antes de iniciar o projeto devemos levar considerar duas opções: O site mobile dedicado (precedidos pela letra “m” na sua URL) ou o site responsivo (que ajusta seus elementos de acordo com a plataforma no qual é acessado). Para tomar essa decisão, deve-se além de conhecer as diferenças entre as duas opções, saber quais são as vantagens e desvantagens que cada um apresenta. Vamos ver um pouco sobre cada um.

Os sites responsivo tem como principal vantagem, garantir a consistência de conteúdo, o que é essencial para muitas empresas, uma vez que o tema, design e conteúdo que se pretende divulgar será exatamente o mesmo, independentemente do dispositivo que o acesse. A única coisa que será alterada é a disposição e dimensionamento dos elementos para que a largura imposta pelo dispositivo requisitante não comprometa a intenção original, garantindo um branding consistente, além de ter seu conteúdo concentrado em apenas uma URL, o que torna mais fácil divulgar e compartilhar seu conteúdo.

Outras vantagens são o desenvolvimento e a manutenção do site, uma vez que desenvolveremos apenas um layout, ao invés de um específico para desktop e outro para dispositivos móveis. Sem contar a economia no tempo de desenvolvimento ganhasse muito na usabilidade, uma vez que o usuário da versão desktop não terá que “aprender” como encontrar as informações na versão mobile e vice-versa.

Mas nem tudo são flores, a escolha do layout responsivo também tem suas desvantagens. Os sites responsivos devido a sua complexidade demanda uma atenção maior no planejamento. Para que seu carregamento em dispositivos móvel não seja prejudicado, é necessário uma atenção especial no tamanho e resolução de imagens e principalmente em scripts de carregamento. Deve-se levar em conta que mesmo com a evolução da Internet Móvel a velocidade de acesso via desktop é em média 30% mais rápido. De acordo com uma série de artigos publicados pela Google, denominados Make your website work across multiple devices (http://www.google.com/think/multiscreen), os usuários esperam ter a mesma experiência de navegação em desktop nos dispositivos móveis. Com base nos artigos citados, pode se estimar que o tempo de carregamento de um site em um smartphone considerado aceitável pelos usuários está na faixa entre 6 a 10 segundos. Acima disso a maioria abandona o mesmo. O atraso de 1 segundo no carregamento pode significar em até 7% de diminuição da taxa de acessos.

Toda essa complexidade demanda um planejamento mais elaborado e cuidadoso. O que significa maior gasto de tempo e recursos. É importante salientar que estamos falando em desenvolver um layout responsivo do zero, e não de instalar um tema responsivo que já está pronto no WordPress por exemplo, ou baixar um template responsivo e customizá-lo somente.

Mesmo com o desenvolvimento de sites responsivos ser uma prática que vem crescendo muito (e sem sombras de dúvidas será o padrão de um futuro bem próximo), muitos ainda optam por tem uma versão para desktop e uma versão mobile dedicada.

A principal vantagem de ter uma versão exclusiva para dispositivos móveis é que sempre ela será mais rápida do que a versão responsiva. Isso acontece porque quando o servidor detecta um dispositivo mobile, automaticamente redireciona o acesso para a versão mobile dedicada, e entrega ao usuário uma versão compacta do site, tanto em tamanho de conteúdo, quantidade e resolução de imagens. O que prioriza a velocidade de carregamento e a experiência de usabilidade do usuário.

Os sites móveis dedicados, que comumente tem como URL padrão m.seusite.com.br, geralmente são escolhidos porque já se tem a versão desktop pronta e funcional e além do desenvolvimento de um site mobile ser muito simples, há ferramentas que fazem automaticamente a conversão da versão desktop para mobile. O site da Onbile (http://www.onbile.com) oferece uma gama de ferramentas tanto para conversão como para criação de sites mobile dedicados. É possível criar um site mobile completo em menos de 15 minutos.

Como esperado os sites mobile dedicados também tem suas desvantagens. Talvez a principal delas seja a necessidade de mais de um domínio ou URL. Um exclusivo para a versão desktop e outro para versão mobile. Isso pode implicar em uma demanda maior de atenção no processo de SEO do site. Uma das maiores preocupações é que os sites sejam facilmente indexados e encontrados pelas plataformas de busca. Tento duas versões de um mesmo site geralmente implica no planejamento de duas estratégias de SEO, uma para cada versão. Além da necessidade de administrar e manter dois conteúdos diferentes sempre que uma atualização for solicitada.

Outra desvantagem a ser seriamente considerada é o compartilhamento do conteúdo do site através das mídias sociais. Compartilhar através de um dispositivo móvel com alguém que esteja utilizando um navegador desktop pode direcionar o usuário para a versão móvel do site ao invés da versão completa.

Podemos concluir que a escolha entre um site responsivo ou um site móvel dedicado não é tão simples assim. O que se deve ter em mente ao se deparar com essa situação é pensar em quais funcionalidades que você espera ao acessar o site por um dispositivo móvel. Há várias questões a serem levantadas para tomar essa decisão. Entre elas:

– Se você já tem uma versão desktop pronta e funcional pode ser que o desenvolvimento de uma versão mobile dedicada seja a decisão mais acertada;
– Se sua preocupação principal é o SEO, a versão responsiva é a mais indicada;
– Se você está na fase de planejamento do site, a opção mais lógica é que sigamos a tendência dominante, ou seja, a versão responsiva, até para que no futuro não seja necessário toda uma reengenharia de projeto;
– Se você tem urgência no lançamento de um site, a criação das duas versões é consideravelmente mais rápida.

Não há regras definidas para determinar entre a escolha de um layout responsivo ou ter versões independentes para desktop e mobile. O levantamento das necessidades e recursos disponíveis é o que deve prevalecer.

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Comunicação Web

Entendendo as “Redes Sociais”

Afinal o que são Redes Sociais? e Mídias Sociais? Há alguma ligação entre as mesmas? Elas tem mesmo esse “poder” comentados por muitos? Dentre o incalculável número de pessoas que possuem perfis em redes sociais, alguns são apaixonados pelas mesmas e gostariam de entender além de seu funcionamento, como utilizar os “poderes” que as mesmas lhes conferem.

Hoje já é possível encontrar uma literatura vasta sobre o assunto traduzido para língua portuguesa. Porém para que quer mergulhar fundo e compreender as regras desse fantástico “mundo das mídias sociais”, o livro mais recomendado é “O Poder das Conexões – A importância do networking e como ele molda nossas vidas “, traduzido do best-seller “Connected “.

Essa obra nasceu de uma pesquisa de mais de 10 anos, começada pela rede social mais simples de todas: um par de pessoas (díades), inicialmente maridos e esposas. Mas logo a pesquisa constatou que a influência entre essas díades de algum modo estavam interligadas como outras e que se agregavam em enormes cadeias que se ramificam como raios, formando padrões complexos por toda a sociedade humana. E mais, dada ao mecanismo das ramificações, elas aumentavam muito rapidamente.

O livro é fantástico. Considerado a Bíblia das Redes Sociais. Leitura recomendada a todos os tipos de leitores.

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Novos Negocios

Problemas novos?… Soluções antigas.

O bom e velho capitalismo é mesmo fantástico! Vez por outra toma de assalto as pessoas com alguma novidade e deixa o planeta inteiro de cabelo em pé! Foi assim com a máquina a vapor (criada em 1834), com a linha de produção fordista (início do século XX) e, agora, com a Internet. Pânico, correria, pandemônio. Mas calma lá! Como reza o bom senso, e em economia bom senso é 90% da solução: problemas novos, soluções antigas.

Houve um período onde enfrentávamos um problema análogo com o que vivem hoje os web designers e webmasters, numa época onde as cidades e um novo modo de vida estavam nascendo: o final do feudalismo, início do capitalismo (século XV). Neste período as cidades estavam crescendo vigorosamente e a manufatura estabelecia-se como principal atividade econômica. A manufatura não era muito sofisticada; era na verdade muito simples. As atividades requeriam pouca técnica e tecnologia; conhecimento era praticamente todo capital necessário.

Porém não era de interesse dos artesãos que todos conhecessem seus segredos. Eles sabiam que conhecimento era um bem que deveria ser protegido. Foram então criadas corporações de ofícios. Haviam os especialistas em sapato, em chapéu, em alfinetes; enfim, havia especialistas para tudo. É desta época que surgem os nomes-profissão tipo Schumacher (sapateiro). As corporações de ofícios tinham objetivos claros. Visavam, fundamentalmente, defender os direitos do associados perante a sociedade e regulamentar a atividade.

Uma associação forte é peça fundamental para o bom andamento da nossa atividade, caso contrário estamos condenados aos caprichos do mercado e veremos o preço do nosso trabalho despencar! Não podemos exercer as mesmas práticas das corporações de ofícios medievais, mas podemos tirar boas lições: 1-) a união realmente tem força e 2-) quando o conhecimento é o principal ativo regulamentação é fundamental.

Existem inúmeras lições que podemos tirar deste período. Pretendo nas próximas colunas desenvolver o assunto; principalmente no tocante ao desenvolvimento deste espaço novo á época (as cidades) e a criação deste novo espaço (o cyber-espaço). Não há dúvidas que estamos fechando um ciclo de expansão capitalista e os desafios de hoje podem criar inúmeras oportunidades.

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Webdesign

Web Designer de A a Z

Neste editorial abordaremos um pouco sobre a rotina de trabalho do Web Designer, e daqueles que compõe a equipe de desenvolvimento de um site, para que o resultado dele seja bonito, clean e funcional. Conheça os softwares mais usados por esses profissionais e o equipamento ideal para facilitar a vida do profissional no dia a dia.

O desenvolvimento de um site começa pela criação do layout, que inclui a escolha das cores, botões, imagens, texturas, etc. Depois esse layout é “recortado” e inserido em um código HTML, e após isso o site tem que se tornar funcional, por exemplo, uma loja virtual tem que ser programada para que as pessoas consigam comprar nela, um blog tem que ser programado para que as pessoas consigam comentar as publicações, etc.

Mas isso tudo é função do Web Designer?

Antigamente, todas as funções eram desempenhadas por um único profissional chamado Web Master. Ele era o único responsável pelo desenvolvimento do site, cuidando de todas as etapas do processo desde criação à programação. Com a evolução da tecnologia e o “boom” da internet houve a necessidade de aumentar a qualidade das páginas e conseqüentemente o trabalho ficou mais complicado. Foi nessa busca por sites visualmente agradáveis e funcionais que surgiram os Web Designers. Segundo Marlene Dualiby, Web Designer há 10 anos a procura por esses profissionais e trabalhos com mais qualidade aumentou tanto, que a própria categoria, hoje se divide em duas: criação e desenvolvimento. Mas essas duas categorias não trabalham sozinhas.

Atualmente o Web Designer de criação e o Web Designer de desenvolvimento trabalham em parceria com outros profissionais como por exemplo o Arquiteto da Informação e o Programador.  Dividir o projeto é a melhor forma de garantir trabalhos de sucesso.

Arquiteto da Informação

A função desse profissional é desenvolver o site pensando no usuário, para que ele encontre as informações de forma rápida, sem se perder no site. É ele quem decide a posição dos objetos na página, o menu, etc. Para isso,  alguns profissionais utilizam  um programa chamado Axure (com ele é possível criar wireframes e protótipos funcionais), onde se faz um protótipo. O protótipo nada mais é do que um site “cru”, ou seja, sem layout nenhum. Depois disso é feito um teste de usabilidade. O protótipo é encaminhado ao usuário para que ele navegue pela página. Se ele se perdeu em algum momento, demorou pra achar informações, ou houve algum erro de comunicação, o arquiteto consegue localizar o motivo do problema e resolver antes que o layout seja montado.

Web Designer de Criação

Este profissional é responsável pelo layout da página. Ele é quem da vida ao trabalho. É a partir do trabalho dele que o usuário se sentirá ou não atraído para navegar no site. Quando falamos de escolha das cores, elementos tipográficos, logotipo ou logomarca estamos falando sobre o trabalho do Web Designer de criação. Com certeza seus conhecimentos não se resumem a isso. O Web Designer de criação tem que saber um pouco sobre desenvolvimento, códigos HTML, etc. Mas isso é assunto para o nosso próximo tópico.

Web Designer de Desenvolvimento (Front-end)

Mais conhecido como Front-end o Web Designer de desenvolvimento trabalha por trás da página. Sua função é recortar o layout já feito anteriormente pelo Web Designer de criação e inserir códigos, para transformar a criação em site. Atualmente existe um monte de padronizações HTML para garantir a acessibilidade do site, então é melhor ter uma pessoa especializada nessa área.

Programador (Back-end)

O Programador é o profissional que dá o “start” no site. É ele que faz o processo todo funcionar. Enquanto o Front-end se preocupa mais com os padrões dos navegadores (formatação, ajuste de tamanhos, posicionamentos, etc) o Programador torna o site funcional. Ou seja, faz com que os objetivos pretendidos pelo cliente sejam alcançados. É como se fosse o cérebro da página.

Concluímos que o processo ideal de desenvolvimento de um site começa com o Arquiteto de Informação que planeja e monta um protótipo especificando as principais  funcionalidades do site, depois passa as informações para o Web Designer de criação, que  da vida às informações, cria o conceito, cores e layout.  Em seguida o Front-end entra em cena e recorta e monta o HTML em cima do layout desenhado pela criação. Por ultimo as informações chegam ao Programador que irá programar a interface e colocar o site para funcionar.

Agora que já entendemos como funciona cada etapa do desenvolvimento de um site, vamos conhecer as principais ferramentas utilizadas por esses profissionais, para isso contamos com a ajuda de Jonathan dos Santos, Web Designer e dono do Web Designer Blog.

Principais Softwares

Listamos a seguir, alguns softwares mais comuns que os profissionais da área utilizam. Os mais populares são os programas da Adobe que facilitam muito o trabalho do Web Designer e que sem dúvida são os mais utilizados.

Programas direcionados à criação:

Adobe Photoshop: Nele é possível construir o layout do site, é um
programa bem completo e complexo no qual você pode utilizar efeitos que só se consegue com ele. Lembrando que, com o Photoshop também é possível editar e restaurar imagens.

Fireworks: Um programa mais simples no qual você consegue criar
layouts menos sofisticados, porém se o profissional tiver pleno domínio das
técnicas desse programa ele pode desenvolver trabalhos incríveis.

Adobe Illustrator: é o programa vetorial mais complexo do mercado, é sempre muito bem vindo quando se trata de logotipo, ilustrações, banners entre outros.

 CorelDraw: é uma opção mais simples que tem as mesmas funções do Illustrator, porém, como no caso do Fireworks, se o profissional dominar as técnicas ele consegue resultados satisfatórios.

Programas direcionados ao desenvolvimento:

 Adobe Dreamweaver: é utilizado na criação dos códigos tanto de programação (por exemplo: php, java) tanto de marcação (por exemplo, css, html).

Programas Freeware: são programas gratuitos como o NotePad++, um
programa muito mais prático e mais leve do que a maioria dos editores de códigos. Você ainda pode optar pelo bloco de notas, mas esse é pra quem se
diverte escrevendo códigos, pois não oferece nenhum outro recurso, mas nem por isso deixa de ajudar no desenvolvimento de um site.

Conhecemos melhor as ferramentas de trabalho utilizadas pelo Web Designer, mas como deve ser o equipamento de trabalho ideal para que esses softwares consigam desempenhar  bem as suas funções?

                Perguntamos para Fernando Bessa, Web Designer há 13 anos sobre como seria a máquina ideal para um Web Designer trab 

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Comunicação Web

O que são Arquivos Torrents?

Pessoal como vão vocês? Espero que estejam bem como eu!

Hoje vamos abordar um tema que para a maioria dos usuários sem experiência, é muito complexo, porém, vou tentar deixar o tema um pouco mais simples e sem usar palavras técnicas.

Vamos primeiro a definição oficial do que é um arquivo torrent, ou .torrent.

Torrent é a extensão de arquivos utilizados por um protocolo de transferência do tipo P2P (Peer to Peer). Essa transferência acontece da seguinte maneira: os arquivos transferidos são divididos em partes e cada pessoa que tem tal arquivo ajuda a fazer o upload a outros usuários. Isso reduz significantemente o consumo de banda do distribuidor original do arquivo, não sendo necessário que o mesmo fique armazenado em um servidor.
Para compartilhar esses arquivos, é necessário usar um programa específico, conhecido como cliente. Ele obtém as informações contidas nos arquivos e se encarrega de toda a comunicação entre os usuários.

Vamos tentar agora transformar essa definição em palavras que a maioria das pessoas entenda, para isso, vou usar como exemplo uma barra de chocolates e seus quadradinhos, vamos supor que você queira ver um vídeo ou ouvir uma música antiga ou que não há mais em cartaz nos cinemas ou não toca mais nas rádios com tanta frequência, é pra isso que serve o torrent, para que as pessoas compartilhem arquivos, vídeos e fotos que possuem em seu pc ou notebook com outras pessoas menos “aventuradas”, vamos supor que essa barra de chocolate possua 12 quadradinhos e que você tenha 12 amigos que estejam comendo a mesma barra de chocolate, se cada um dos seus 12 amigos oferecer pra você um quadradinho da barra quando você tiver 12 quadradinhos, terá uma barra inteira igual aos seus amigos, ou seja, seus amigos compartilharam com você um pedacinho da barra de chocolate, ao final, você possuía uma barra inteira de chocolate.

Para baixar via torrent, você não pesquisa diretamente os arquivos que deseja. O primeiro passo é pesquisar o arquivo torrent que contenha essas informações. Ao abrir este arquivo com um programa compatível (ou seja, cliente), você vai visualizar todo seu conteúdo e pode baixar somente aquilo que desejar.

Por causa da popularização de sites como o The Pirate Bay, muitas pessoas, erroneamente, associam torrents à pirataria. Torrent nada mais é do que uma forma de compartilhamento de arquivos utilizada por organizações sérias. Um bom exemplo do uso de torrent como forma de divulgação é o Ubuntu, que tem suas novas versões disponibilizadas para download em HTML e torrent.

Ligar torrent à pirataria é uma atitude equivocada e que apenas cria um estigma em cima de uma tecnologia que cresce a cada dia e tem potencial para mudar permanentemente a maneira como é realizada a troca de arquivos na internet.

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Redes Sociais: Malícia ou Carência

Olá, amigos leitores.

Vamos falar um pouco sobre as redes sociais do momento.
Não as mais usadas, mas sim, aquelas que todo mundo tem um perfil e não falam que tem.

Para começar vamos definir o que é rede social:

“Rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos comuns”. Uma das características fundamentais na definição das redes é a sua abertura e porosidade, possibilitando relacionamentos horizontais e não hierárquicos entre os participantes. “Redes não são, portanto, apenas outra forma de estrutura, mas quase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade de se fazer e desfazer rapidamente.”

Após esse conceito, podemos definir que se empresas estão nas redes sociais é porque as mesmas tem em mente que o cliente é peça fundamental na construção de uma imagem de referência para o mercado em geral.

Por outro lado, temos os usuários, que na maioria das vezes buscam algo mais nas redes sociais.
O Badoo, por exemplo, é uma rede que oferece esse algo mais, se é que me entendem.
E infelizmente devo dizer que a maioria busca esse tipo de conteúdo. Por outro lado, essas redes estão super infectadas de malware´s e trojans.

A maioria das pessoas tem baixo conhecimento neste tipo de assunto, tornando-se alvos fáceis nessas redes.
Porém, os administradores dessas redes, possuem uma “mina de ouro” nas mãos. Eles possuem o e-mail, endereço, telefone e até mesmo a foto do usuário.
Com esses dados é fácil montar um mailing list para enviar spam na caixa de entrada do usuário, dando a entender de que outro usuário da mesma rede enviou mensagem para ele. Mas na verdade, a intenção real desse tipo de spam é o acesso ao site, tornando o site estatisticamente atraente aos olhos dos investidores.

Eu havia falado no título do post em carência, e aí o leitor me pergunta onde está a carência dessas pessoas. Em minha opinião as pessoas buscam conhecimento, porém, tem pouca paciência em aprender e isso nada mais é do que carência.

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Deficientes e Tecnologia

Por muitos anos da minha vida, fiquei tentando juntar em um lugar só a maior gama de assuntos voltados à tecnologia e pessoas com deficiência.
Porém, ficava bem chateado quando, por exemplo, um cego só escrevia artigos voltados a deficientes visuais.

Ironicamente, tenho alguns amigos que são cegos e os próprios me disseram que cada um puxa sardinha pro seu lado. Não concordando com isso, aqui vai um artigo que não é sobre deficiência física.

Vamos falar nesse artigo sobre um programa de computador para deficientes visuais.

JAWS

JAWS (acrônimo para Job Access With Speech) é um “screen reader”. Um programa de computador para usuários com deficiência visual que lê a tela para o usuário, produzido pelo Blind and Low Vision Group da empresa Freedom Scientific, de Saint Petersburg, Flórida, Estados Unidos.

JAWS foi lançado originalmente em 1989 por Ted Henter, um ex-piloto de motos que perdeu a visão em um acidente de automóvel de 1978. Em 1985, Henter, juntamente com um investimento de USD Bill Joyce $ 180.000, fundou a Henter – Joyce Corporation, em St. Petersburg, na Flórida. Joyce vendeu sua participação na empresa de volta para Henter em algum momento de 1990. Em abril de 2000, Henter – Joyce, Blazie Engenharia e Arkenstone , Inc. fundiram para formar Freedom Scientific .

JAWS foi criado originalmente para o sistema operacional MS- DOS. Ele foi um dos vários leitores de tela dando aos usuários cegos o acesso a aplicativos em modo texto do MS-DOS. Uma característica única de JAWS na época era o uso de menus em cascata, no estilo do popular aplicativo Lotus 1-2-3. O que configurar o JAWS para além de outros leitores de tela da época era o uso de macros que permitiu aos usuários personalizar a interface do usuário e trabalhar melhor com várias aplicações.

Ted Henter e Rex Skipper escreveu o código JAWS original, nos meados da década de 1980, lançando a versão 2.0 em meados de 1990. Skipper deixou a empresa após o lançamento da versão 2.0, e depois de sua partida, Charles Oppermann foi contratado para manter e melhorar o produto. Oppermann e Henter adicionados regularmente características menores e maiores e freqüentemente lançados novas versões. Freedom Scientific JAWS oferece agora para o MS -DOS como um download gratuito a partir de seu web site. [3 ] [4]

Em 1993, Henter – Joyce lançou uma versão altamente modificada do JAWS para as pessoas com dificuldades de aprendizagem. Este produto, chamado WordScholar, já não está disponível.

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Entendendo grandes empresas como negócio: Facebook, Google e Microsoft

Entendendo o Facebook

O website possui mais de 500 milhões de usuários ativos. A posição do Facebook no ranking de tráfego de visitantes do Alexa, subiu do 60º lugar para 7º lugar. É ainda o maior site de fotografias dos Estados Unidos, com mais de 60 milhões de novas fotos publicadas por semana, ultrapassando inclusive sites voltados à fotografia, como o Flickr.

No “Ad Planner Top 1000 Sites”, que registra os sites mais acessados do mundo através do mecanismo de busca do Google divulgado em junho de 2010, o Facebook aparece como 1º colocado, com 540 milhões de visitas e um alcance global de 35% registrados no mês de abril.

Não é possível ignorar o Facebook, mesmo porque, ele está aí presente e com uma força bem maior do que o Google, mas não podemos confundir o Google com o Facebook, porque um é totalmente diferente do outro.
O Facebook é uma rede social, podemos entendê-lo também como um sistema que integra pessoas de todo o mundo não importando raça, credo ou religião. Vamos tentar enxergar o Facebook como um negócio. A base de qualquer negócio é publicidade, porém, essa publicidade do Facebook pode ser vista como pessoal ou profissional, há um sistema dentro do rede que cria páginas.

A criação de páginas serve para divulgação de uma empresa, ou informações pessoais de alguma pessoa ou celebridade. Quando criamos uma página lá, a mesma pode se restringir a apenas seus amigos, ou pode ter um alcance global, porém, para isso o serviço não é gratuito. Em compensação sua página é mostrada a um alcance de 20 milhões de pessoas em todo o planeta. E é com esse serviço do Facebook que a receita de seu dono Mark Zuckerberg é acrescida.

Entendendo o Google como um negócio

Em 4 de setembro de 1998 dois jovens estudantes da universidade de Stanford nos estados unidos, fundaram uma empresa chamada Google Inc.
Inicialmente o Google começou a ser visto pela maioria dos usuários da internet como um serviço de busca, e após alguns anos outros horizontes são vislumbrados pelos usuários. Em 2002 o Google lançou o serviço Adwords, que nada mais é que um mecanismo de publicidade on-line.

Juntamente com o Adwords foi lançado o Adsense que é um indexador e um avaliador de campanhas criadas no Adword. O Google não é só mais um site de buscas e sim, um facilitador de oportunidades de negócios e serviços.

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A maioria das pessoas vê o Google como um site de pesquisas e muitas delas não sabem que existe uma gama de serviços oferecidos pela empresa, são eles:

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– Gmail: Serviço de E-mail gratuito do Google.
– Google Docs: permite que se criem documentos totalmente on-line, textos, desenhos, planilhas eletrônicas e apresentações. (compatível com pacote Microsoft Office).
– Google Acadêmico: permite a busca de trabalhos desenvolvidos de mestrado e doutorado.
– Google Books: busca de livros.
– Google News: canal de notícias atualizado a cada 30 minutos.
– Google Groups: Grupo de e-mail usado por estudantes e professores para a distribuição de e-mail´s, bem como, matérias enviadas pelos professores e troca de informações entre os próprios alunos.
– Google Chrome: Programa usado para navegar na internet, indubitavelmente o mais veloz do mercado.
– Google Earth: Programa de localização geofísica de um endereço em qualquer lugar do Planeta. Pode também ser usado com coordenadas geográficas de latitude e longitude.
– Google Sketchup: Programa de desenhos do tipo CAD para construção de réplicas de monumentos e prédios famosos ao redor do mundo.
– Youtube: Site de compartilhamento de vídeos, entre pessoas ou entre empresas para divulgação dos seus serviços.

Entendendo a Microsoft como negócio

Diferentemente do Google, a Microsoft vende programas prontos gravados em DVD para que usuários instalem em suas máquinas. Entrou no mundo competitivo da internet recentemente com seu motor de busca Bing .

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Há muito que melhorar nesse motor, pois sua base de dados de pesquisa não é bem estruturada e consistente, e qualquer busca que se faça com o motor na segunda página a pesquisa já perde seu foco principal.

Igual ao Google, a Microsoft lançou a versão on-line de sua suíte Microsoft Office 2010. Em comparação ao Google DOCS, a versão on-line do Microsoft Office 2010 é muito mais poderosa do que o simples WRITER do Google DOCS.

Outro ponto forte da Microsoft é a venda de hardware, ou seja, equipamentos físicos para computadores como webcams, teclados e mouses. Indubitavelmente a Microsoft em matéria de software e hardware tem seus méritos, e é inegável que possamos ver ou “botar” defeitos. É impreterível dizer também algo sobre o console de jogos que foi lançado em 2006 o XBOX 360 que compete diretamente com o PLAYSTATION 3 da SONY e o WII da NINTENDO.

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